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Sistema Eleitoral

Cármen Lúcia afirma que urnas eletrônicas eliminaram fraudes; veja detalhes

Declaração foi feita durante evento com estudantes e destaca mudanças ao longo de três décadas

Cármen Lúcia afirma que urnas eletrônicas eliminaram fraudes - Imagem: Reprodução/Instagram
Cármen Lúcia afirma que urnas eletrônicas eliminaram fraudes - Imagem: Reprodução/Instagram

Manoela Cardozo Publicado em 04/05/2026, às 16h56


Durante um evento que reuniu jovens estudantes em Brasília, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Cármen Lúcia, fez uma afirmação direta que rapidamente ganhou repercussão fora do auditório.

Ao comentar a trajetória das urnas eletrônicas no país, a ministra declarou que o sistema eliminou práticas que, por décadas, colocavam em dúvida a legitimidade das eleições. Em sua fala, destacou que não há mais espaço para que alguém vote no lugar de outra pessoa ou para resultados que não correspondam à vontade expressa nas urnas.

"Nesses 30 anos, a urna acabou com a fraude eleitoral", afirmou, ao lembrar as mudanças trazidas pela tecnologia desde sua implementação.

O encontro foi organizado como parte das comemorações pelos 30 anos do equipamento e teve como foco principal a participação de adolescentes de escolas públicas do Distrito Federal. Os estudantes circularam pelas instalações do tribunal, participaram de atividades interativas e tiveram acesso a explicações detalhadas sobre o funcionamento das urnas.

Em tom didático, Cármen Lúcia reforçou a ideia de que o voto é individual e sigiloso, sem interferência externa. "Esse voto ninguém vai saber, só você", disse, enfatizando que a escolha do eleitor é registrada de forma segura e sem manipulação.

Além do discurso, os jovens puderam observar o interior de uma urna eletrônica e entender como os dados são processados. Técnicos explicaram as camadas de proteção utilizadas para garantir que o voto permaneça secreto e que o resultado final represente fielmente a decisão do eleitorado.

A declaração da ministra, feita em um ambiente voltado à educação cívica, acabou extrapolando o público presente e rapidamente passou a circular em diferentes espaços, reacendendo discussões sobre confiança no sistema eleitoral brasileiro.


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