Corpo de professor de 35 anos é encontrado com os membros esquartejados após assassinato

Renata Silva Publicado em 03/11/2022, às 08h11
Um professor de 35 anos foi vítima de um crime cruel na Serra, no Espírito Santo. Ele foi assassinado, teve o rosto desfigurado e os membros esquartejados.
De acordo com o site G1, o suspeito do crime é o irmão da vítima, que tem 30 anos. O suspeito disse que é esquizofrênico e que, quando acordou, já viu o irmão morto. Então, ele disse que ficou preocupado que a mãe encontrasse o filho sem vida e decidiu esquartejá-lo e desfigurar o seu rosto para não ser reconhecido.
O suspeito foi preso por acusação de homicídio qualificado.
Uma professora de libras e matemática foi encontrada morta em uma estrada rural de Olímpia, no interior de São Paulo. Ela desapareceu durante uma corrida como motorista de aplicativo. O corpo dela estava com sinais de agressão, incluindo ferimentos na cabeça e no pescoço.
A professora foi identificada como sendo Hortência Lourenço Dias, de 38 anos, e mãe de dois filhos: uma menina de 8 anos e um menino de 17 anos. O corpo dela foi encontrado por um homem que passava pela estrada e chamou o Corpo de Bombeiros.
O caso foi registrado como latrocínio, que é quando acontece o roubo seguido de morte, já que o carro, o celular e os documentos dela foram levados.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Motorista de Porsche morre após colisão contra mureta na Rodovia dos Imigrantes

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação