Lei federal libera porte de armas para policiais, mesmo de folga

G1 Publicado em 10/08/2022, às 08h11
O chefe da segurança do evento em que o lutador Leandro Lo foi morto com um tiro na cabeça, Moisés Amorim, informou que seis pessoas, das cerca de 1.500 que estavam no show, se apresentaram como policiais ou agentes de segurança pública, fizeram um cadastro e entraram portando armas de fogo no local.
Segundo Amorim, todos os visitantes foram revistados na entrada do evento, mas o número de policiais de folga que levam armas em eventos noturnos tem sido cada vez maior nos últimos anos.
"Na noite de São Paulo, é muito policial armado”, disse ele.
De acordo com o chefe de segurança, 40 vigilantes estavam trabalhando no show do Pixoteno Clube Sírio, na Zona Sul de São Paulo, na noite de sábado (6), quando ocorreu o crime. Não foram registradas outras confusões até o momento do disparo, segundo o segurança.
O tenente da Polícia Militar Henrique Veloso, autor do disparo, teria sido identificado rapidamente justamente por conta do cadastro.
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