O jovem baleado por um falso entregador durante um roubo nesta semana na Zona Sul de São Paulo era universitário, trabalhava numa cafeteria e foi padrinho de

Redação Publicado em 29/04/2022, às 00h00 - Atualizado às 08h26
O jovem baleado por um falso entregador durante um roubo nesta semana na Zona Sul de São Paulo era universitário, trabalhava numa cafeteria e foi padrinho de casamento três dias antes de ser assassinado. O caso repercutiu nas redes sociais por causa da violência do crime vista nos vídeos que circulam na internet (veja abaixo).
Câmeras de segurança gravaram o momento em que o assaltante atira para o alto e Renan Silva Loureiro se ajoelha dizendo: “Eu não tenho nada”. O jovem se levanta em seguida, quando o criminoso aponta a arma para a namorada dele. Depois é baleado quatro vezes. Um dos tiros atinge sua cabeça e ele cai morto na Rua Freire Farto, no Jabaquara. Ele tinha 20 anos. “Socorro”, grita a garota, de 19 anos, no vídeo. Ela não se feriu.
O latrocínio, que é o roubo seguido de morte, ocorreu na noite da última segunda-feira (25). O criminoso, que usava capacete e mochila térmica, fugiu numa moto levando o celular da namorada de Renan. O bandido foi identificado como Acxel Gabriel de Holanda Peres, 23, e é procurado pela polícia. Até a última atualização desta reportagem, o suspeito não havia se entregado ou sido preso.

Elas contaram ainda que, na última vez que viram o estudante, ele estava feliz por cursar faculdade de administração de empresas na Unip e trabalhar numa das unidades da Starbucks.
“Renan sempre quis fazer tudo sozinho. Ele entrou neste ano na universidade. E estava trabalhando numa cafeteria onde era respeitado profissionalmente, tendo recebido convite até para assumir uma equipe”, falou a advogada Camila Garcia da Silva, de 42 anos, madrinha do rapaz. “Tão jovem e tão esforçado…”
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/S/O/AEgeQnTBSLPK5AMJqyxA/clarice-e-renan-storie.jpg?ssl=1&w=740)
Clarice Silva, mãe de Renan, usou sua rede social para escrever sobre o filho assassinado durante um assalto em São Paulo — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Na sexta-feira (22) passada, ele foi padrinho de casamento da tia, a administradora Carolina Bongiovanni Garcia da Silva, de 45 anos. Renan participou da cerimônia ao lado da mãe, que foi madrinha.
“Foi meu padrinho de casamento. Na sexta sorrimos e na segunda choramos”, disse a tia Carol, como o sobrinho a chamava. “Eu fico emocionada porque tive o privilégio de estar com ele antes, e ele dividir comigo um momento tão especial para mim.”
Leia também

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

O lugar a que pertencemos

Carol Barcellos vence fuso e falta de espaço em treino intenso em Tóquio

VÍDEO: pastor é flagrado fazendo sexo com menor de idade nos fundos de igreja

CBF notifica 99, BYD, Bradesco e Nubank por suposto marketing de emboscada durante a Copa

Cristiano Ronaldo se incomoda com pergunta sobre Messi e se recusa a responder

Justiça condena Nego Di a mais de 14 anos de prisão em novo caso

Cristiano Ronaldo faz história e Portugal atropela o Uzbequistão na Copa do Mundo

Infantino confirma presença de Trump na final da Copa de 2026 e diz que presidente dos EUA entregará taça ao campeão

Seleção do Irã pede paz entre nações em carta deixada no vestiário após jogo da Copa