Funcionário de 34 anos foi atingido no abdômen e passou por cirurgia; agressor foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva.

Redação Publicado em 19/02/2026, às 11h10
Um garçom de 34 anos foi esfaqueado por um cliente durante o Carnaval em Guarujá, resultando na prisão do agressor, Carlos Alberto Alves de Souza Junior, que fugiu após o ataque mas foi capturado pela polícia em seguida.
O incidente ocorreu após uma discussão, onde o cliente, visivelmente alterado por álcool, atacou o garçom com uma faca, alegando ter sido agredido antes com uma cabeçada.
O caso foi registrado como tentativa de homicídio, e a Justiça decidiu pela prisão preventiva do agressor, considerando o risco à ordem pública e a gravidade da violência empregada.
Um garçom de 34 anos foi esfaqueado por um cliente na madrugada de domingo (15), durante o Carnaval, em um bar localizado no Balneário Cidade Atlântica, em Guarujá, no litoral paulista. O agressor, identificado como Carlos Alberto Alves de Souza Junior, de 31 anos, fugiu após o ataque, mas foi localizado e preso em flagrante pela Polícia Militar momentos depois.
De acordo com o segurança do estabelecimento, o cliente havia ingerido bebida alcoólica e apresentava comportamento alterado e agitado. A confusão começou quando o garçom realizava a limpeza de uma mesa próxima. Segundo relato à polícia, o suspeito sacou uma faca durante a discussão e desferiu um golpe contra o trabalhador.
O agressor foi encontrado na Rua Umari ainda com a faca utilizada no crime, que foi apreendida para perícia. Em depoimento, ele alegou ter agido após levar uma cabeçada do garçom.
Estado de saúde
A vítima foi socorrida inicialmente à UPA Enseada e, em seguida, transferida para o Hospital Santo Amaro. Segundo a unidade, o paciente deu entrada com ferimento na região do abdômen, passou por procedimento cirúrgico de sutura e recebeu alta na terça-feira (17).
O garçom não prestou depoimento porque permaneceu internado sob cuidados médicos.
Prisão preventiva
O caso foi registrado como tentativa de homicídio na Delegacia Sede de Guarujá. Durante audiência de custódia, a Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva.
Na decisão, o juiz considerou que a violência empregada e a tentativa de fuga demonstram risco à ordem pública e à aplicação da lei penal, entendendo que medidas cautelares alternativas não seriam suficientes neste momento.
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