Valores valem para todos os blocos e seguem acordo de patrocínio com a Prefeitura

Gabriela Nogueira Publicado em 28/01/2026, às 17h48
Quem vai curtir o Carnaval de Rua de São Paulo em 2026 já pode se planejar. A cerveja mais barata da folia custará R$ 5, enquanto o energético chegará a R$ 16, segundo a tabela oficial de preços divulgada para o evento. Os valores valem para todos os blocos da capital e seguem o padrão definido pela empresa patrocinadora do carnaval paulistano neste ano.
A opção mais acessível será a Skol em lata de 269 ml, vendida exclusivamente em pares. Já a versão de 350 ml da mesma marca será comercializada por R$ 7. Entre os rótulos mais conhecidos do público, como Corona, Stella Artois Pure Gold e Budweiser, os preços variam entre R$ 11 e R$ 12, dependendo do formato e da quantidade.
O carnaval de rua em São Paulo acontece oficialmente entre os dias 7 e 22 de fevereiro, somando oito dias de festa espalhados por todas as regiões da cidade. Para garantir a operação do evento, a patrocinadora investiu R$ 29,2 milhões junto à Prefeitura, o que assegura exclusividade na venda e exposição de suas marcas durante o período.
Com isso, cerca de 15 mil ambulantes credenciados estão autorizados a trabalhar nos blocos, desde que comercializem apenas os produtos definidos no acordo. Além das cervejas, também entram na lista bebidas como spritzers, energéticos, água e versões sem álcool.
A relação completa de preços inclui água a R$ 5, cervejas premium a R$ 11, combos de latas entre R$ 10 e R$ 17 e o energético vendido a R$ 16 a unidade. A proposta, segundo a organização, é manter valores padronizados para evitar abusos e facilitar a fiscalização durante a folia.
Nesta semana, os vendedores cadastrados começaram a receber os kits de trabalho, que incluem credencial, colete, isopor, guarda-sol e boné. Além disso, passaram por treinamento com orientações sobre venda legal, organização do espaço, atendimento ao público e consumo responsável de bebidas alcoólicas.
A expectativa da Prefeitura é repetir o modelo adotado nos últimos anos, com estrutura padronizada, preços transparentes e maior controle sobre o comércio ambulante, garantindo mais segurança e previsibilidade tanto para quem vende quanto para quem aproveita o carnaval nas ruas da cidade.
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