A "Gangue da Pedrada" é conhecida por atacar em um local específico da avenida; veja onde

Vitória Tedeschi Publicado em 28/06/2023, às 11h52
Há meses, os motoristas de São Paulo vem andando pela cidade com receio da conhecida como "Gangue da Pedrada", que ataca com pedras carros que passam na Marginal Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo.
De acordo com o G1, alguns motoristas relataram que o grupo costuma ficar na Ponte Cidade Jardim, de onde arremessam grandes pedras em quem passa por baixo.
"Eu estava dirigindo e vi uma pessoa do alto da ponte, com uma pedra grande, com as duas mãos, parecia uma caixa de sapato. Quando eu fui passar, ele arremessou. A minha sorte foi que eu vi e consegui desviar. E aí eu consegui desviar e só fez esse arranhão porque puxei para a direita. Foi um susto, tenho um filho de um ano, por sorte ele não estava comigo, mas se ele estivesse poderia ser bem pior", relatou uma das vítimas ao mesmo portal.
De acordo com a Band TV, após diversas denúncias, duas delegacias da Zona Sul de São Paulo se uniram e iniciaram as investigações para identificar e prender esses criminosos.
Em três meses, as duas delegacias prenderam oito infratores na região da ponte. O foco agora é pegar toda a quadrilha que já atingiu pelo menos seis pessoas e destruiu completamente os vidros dos veículos.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação