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Crise Internacional

Maduro fala pela primeira vez após prisão nos EUA e diz: “Estamos bem”

Ex-presidente da Venezuela se manifesta após captura por forças americanas e enfrenta acusações graves de narcoterrorismo em tribunal de Nova York.

Nicolás Maduro durante audiência em tribunal nos Estados Unidos após ser capturado em operação militar - Imagem: Reprodução
Nicolás Maduro durante audiência em tribunal nos Estados Unidos após ser capturado em operação militar - Imagem: Reprodução

Ana Beatriz Publicado em 30/03/2026, às 11h41


Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, se pronunciou após sua captura por forças especiais dos Estados Unidos em Caracas, afirmando que está bem, em meio a um processo judicial que pode ter grandes repercussões internacionais.

Ele enfrenta sérias acusações, incluindo narcoterrorismo e tráfico de drogas, e se declarou inocente, chamando-se de 'prisioneiro de guerra', o que sugere uma tentativa de caracterizar sua detenção como uma questão política.

Maduro permanece sob custódia no Brooklyn, enquanto o processo judicial avança, gerando reações globais que vão desde apoio à responsabilização até críticas sobre a violação da soberania venezuelana, refletindo a instabilidade política interna no país.

O ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro se pronunciou pela primeira vez após ser capturado e levado para prisão nos Estados Unidos, afirmando que está bem. A declaração ocorre em meio a um dos episódios mais tensos da política internacional recente, que envolve uma operação militar americana e um processo judicial de grande repercussão.

Maduro foi preso no dia 3 de janeiro de 2026, durante uma operação conduzida por forças especiais dos Estados Unidos em Caracas, capital venezuelana. A ação, considerada uma das mais complexas dos últimos anos, resultou na retirada do líder do país e seu transporte imediato para território الأمريكي.

Após a captura, ele foi levado para o Centro de Detenção Metropolitano, no Brooklyn, em Nova York, onde permanece sob custódia.

A fala recente do ex-presidente, divulgada após semanas de silêncio, ocorre em meio ao avanço do processo judicial contra ele na Justiça americana. Maduro responde a acusações que incluem conspiração para narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas e posse de armamentos de guerra, crimes que podem resultar em penas severas caso seja condenado.

Nos tribunais, ele se declarou inocente das acusações e chegou a afirmar, em audiência, que se considera um “prisioneiro de guerra”, reforçando a narrativa de que sua captura teria caráter político.

Nos últimos dias, o ex-presidente voltou a comparecer diante da Justiça em Nova York, onde o processo segue em andamento e pode se estender por anos devido à complexidade das acusações e das disputas jurídicas entre defesa e acusação.

A prisão de Maduro provocou reações em escala global. Enquanto setores da comunidade internacional veem a ação como um passo em direção à responsabilização por crimes graves, aliados do chavismo denunciam violação da soberania venezuelana e questionam a legalidade da operação conduzida pelos Estados Unidos.

Internamente, a Venezuela enfrenta um cenário de instabilidade política desde a captura do líder, com rearranjos no comando do país e tensão entre apoiadores e opositores.

A declaração de que “estamos bem”, ainda que breve, marca a primeira manifestação pública de Maduro desde sua detenção e ocorre em um momento decisivo do processo judicial, que deve definir os próximos passos do caso nas cortes americanas.


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