
por Marauê Carneiro
Publicado em 17/08/2023, às 05h43
No início do século XX, nasce uma nova roupagem das atividades mercantis levando em consideração a globalização socioeconômica. É o surgimento da necessidade da supranacionalidade, baseada na lógica dos princípios gerais do direito internacional.
Todos nós sabemos que o comércio internacional é definido pela troca de bens e serviços entre indivíduos, empresas ou governo, com finalidade de lucros.
A partir dessas transações, nascem os tratados e convenções para cumprir as funções normativas e de harmonização do direito, aprimorando a segurança nos negócios jurídicos internacionais.
Com a melhoria da dinâmica e maior flexibilidade, os termos internacionais trouxeram mais facilidade de adaptação com as novas práticas comerciais.
Quando uma empresa almeja a internacionalização, deve-se refletir sobre alguns pontos estratégicos. Escolher o país para iniciar esse processo é fundamental para compreender através de dados e evidências os potenciais ganhos e riscos.
O desafio inicial é a implementação da estrutura organizacional. Gerir a relação entre matriz e subsidiárias exige adaptação e inovação para atuar em novos mercados.
Esse processo envolve a entrada em novos mercados, a adaptação às necessidades e demandas, a criação de alianças e parcerias estratégicas com outras empresas estrangeiras, além de um conjunto de atividades que visam adaptar a empresa ao ambiente internacional (ações de marketing, comunicação, logística e distribuição).
Esse movimento tem sido cada vez mais comum entre as empresas, pois permite aumentar as receitas e a competitividade, reduz riscos decorrentes da dependência de um único mercado e possibilita a diversificação das atividades e dos produtos da empresa.
Para garantir o sucesso da internacionalização, é fundamental que a empresa esteja preparada para enfrentar os desafios dos mercados internacionais tais como as diferenças culturais, os diferentes requisitos legais e regulatórios, a complexidade das relações comerciais, entre outros fatores.
A imersão nos estudos referente ao mercado alvo e país que pretende atuar é a premissa principal na internacionalização.
Os mercados emergentes apresentam diversas oportunidades de negócios internacionais para a construção de empresas internacionalizadas e desenvolvimento econômico em novos países. Entre as oportunidades mais relevantes estão:
iii) Crescimento do consumo interno: muitos países emergentes possuem uma população em crescimento e em processo de urbanização, o que cria oportunidades para empresas que atuam em setores como varejo, alimentação, serviços financeiros e tecnologia.
Inovação e tecnologia: em muitos casos, países emergentes têm implementado políticas para incentivar a inovação e o desenvolvimento de tecnologias, o que pode criar oportunidades para empresas que atuam nesses setores.
Um plano estratégico assertivo e completo trará as informações necessárias para tomadas de decisões e implementação do modelo de negócio.
Trazer os aspectos políticos e sócio- culturais para o seu plano de negócio e estabelecer um time que tenha propriedade são atributos que podem fazer a diferença nos resultados de implementação.
Leia também

Indicado por Orlando Morando à Faculdade de Direito é alvo do Gaeco por corrupção e lavagem de dinheiro

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

A Soberania Começa em Casa

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

VÍDEO: Mulher cai entre trem e plataforma durante superlotação na Linha 9-Esmeralda

Governo mira a própria militância e ignora os interesses estratégicos do Brasil

VÍDEO: Homem tenta estuprar nutricionista dentro de apartamento na Grande São Paulo

Pagamento do Bolsa Família em junho já tem data marcada; veja calendário

Alcolumbre reage a pressão por CPMI do Banco Master: "Palanque eleitoral"

O impacto dos Influenciadores Digitais nas decisões de compra