O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, alfinetou a ausência de dirigentes do Palmeiras no Congresso Técnico do Campeonato Paulista de 2019, feito na

Redação Publicado em 23/10/2018, às 00h00 - Atualizado às 14h10
O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, alfinetou a ausência de dirigentes do Palmeiras no Congresso Técnico do Campeonato Paulista de 2019, feito na manhã desta terça-feira, na sede da FPF. Na reunião, dirigentes de 15 dos 16 clubes participantes (a ausência fo o Palmeiras) definiram o uso do VAR (árbitro de vídeo) a partir das quartas de final da competição.
Sobre a ausência do Palmeiras, brigado com a Federação Paulista por descontamento com a arbitragem na final do Paulistão deste ano, perdida para o Corinthians, Andrés Sanchez disse:
– Eles só querem disputar campeonatos grandes, acham que o Paulista não é grande. Boa sorte pra eles.
Andrés Sanchez, que votou contra o uso do VAR no Brasileirão, desta vez não se opôs ao recurso no Paulistão de 2019. Ele salientou a questão financeira. Segundo Andrés, o custo do VAR no Paulistão será de R$ 28 mil por jogo, e no Brasileirão seria de R$ 50 mil. O presidente do Corinthians não deixou de fazer sua crítica:
– Ultimamente o VAR tem errado tudo. Quem vai apitar o jogo, o juiz ou o VAR? Precisa definir os critérios, os procedimentos, se não vai mudar a reclamação do árbitro de campo para o árbitro do VAR. É importante. Temos que apoiar. É metade do preço do que a CBF pediu (o valor estipulado pelo recurso no Paulistão) – disse Andrés.
O presidente do Corinthians falou também sobre reforços para o ano que vem. Diego Tardelli, atualmente no Shandong Luneng, da China, é um dos especulados no Timão.
– Não só pro Corinthians: interessa pro mundo. Por isso que ele não vai vir pro Brasil. Ele tem proposta de 7 ou 8 milhões de euros por ano. Não vamos sonhar, pô! O dólar a R$ 4, ninguém vai trazer jogar desse nível. Ele está lá, não quer renovar, porque tem propostas melhores. Venceu o contrato, quem pagar mais, leva.
Andrés reforçou que a questão financeira deve impedir a contratação de jogadores em atuação no exterior.
– Desde que o jogador não queira ganhar 700 (mil), 800 (mil), 1 milhão por mês. Eu não vou fazer esse tipo de loucura. A conta um dia vem. Chegou um dia para o Corinthians, vai chegar para os outros clubes. Mas vamos procurar jogadores com um pouco mais de cancha para completar com os garotos que temos lá.
Sobre a renovação com Ángel Romero, Andrés Sanchez disse:
– Vamos esperar. Começamos a conversar. Ele tem contrato que vence ano que vem. Se não quiser renovar, não vai renovar. Estamos fazendo o máximo. Ele quer continuar. Vamos tentar chegar a um acordo. A lei é essa, não tem discussão. Não vendi o Balbuena. Ele não quis renovar, quis pôr multa barata. Ou aceitava, ou ele ficava seis meses sem jogar e ia embora de graça
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