Religioso passou mal dentro de quarto e versão da acompanhante levanta dúvidas sobre o que aconteceu antes da chegada do socorro

Manoela Cardozo Publicado em 14/03/2026, às 17h48
A morte do pastor evangélico Moisés Galdino, de 53 anos, dentro de um motel provocou repercussão e abriu espaço para questionamentos depois que a mulher que estava com ele decidiu falar pela primeira vez sobre o episódio.
O caso ocorreu em um estabelecimento na cidade de Ipatinga. Segundo o relato da acompanhante, os dois estavam juntos no local por um motivo religioso. Ela afirmou que a ida ao motel fazia parte de uma “campanha de oração” ligada à igreja que frequentavam.
A mulher disse ainda que não mantinha qualquer relação amorosa com o pastor. De acordo com a versão apresentada por ela, a situação era conhecida pelo próprio marido, que teria sido informado sobre o encontro.
Durante o período em que estavam no quarto, o religioso começou a se sentir mal de forma repentina. A acompanhante relatou que ele desmaiou pouco depois de reclamar do mal-estar.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foram acionadas às pressas para prestar socorro. No atendimento inicial, a mulher contou aos profissionais que o pastor apresentava sinais compatíveis com um possível infarto.
Os socorristas tentaram reanimar o religioso por cerca de uma hora dentro do próprio estabelecimento. Apesar das tentativas de salvamento, o pastor não resistiu.
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