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DEU RUIM! CPI das Bets convoca Virginia Fonseca

Além da convocação de Virginia, também foi feita a do ex-participante do BBB Felipe Prior

DEU RUIM! CPI das Bets convoca Virginia Fonseca - Imagem: Reprodução/Instagram
DEU RUIM! CPI das Bets convoca Virginia Fonseca - Imagem: Reprodução/Instagram

Manoela Cardozo Publicado em 03/12/2024, às 13h20


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Bets, conduzida no Senado Federal, aprovou na última terça-feira (03) a convocação de figuras públicas como a influenciadora Virginia Fonseca e o ex-BBB Felipe Prior.

Conforme o Metrópoles, a convocação exige que os citados compareçam para prestar depoimento, diferentemente do convite, que é opcional.

Apesar disso, os convocados podem recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para evitar o comparecimento.

Entre as decisões da comissão, também foram aprovados requerimentos solicitando ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) relatórios de inteligência financeira (RIF) sobre investigados. Entre os alvos estão o casal Aislla Sabrina Truta Henriques Rocha e Darwin Henrique da Silva, donos da empresa Esportes da Sorte, suspeita de lavagem de dinheiro e ligação com o crime organizado.

A influenciadora Deolane Bezerra também figura na lista de investigados, devido à possível conexão com a mesma empresa.

O pedido de convocação de Felipe Prior foi apresentado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF). O parlamentar justificou a medida mencionando um contrato entre Prior e a empresa Betsat, no qual o influenciador supostamente receberia uma porcentagem baseada no prejuízo dos apostadores.

Já a convocação de Virginia Fonseca foi proposta pela relatora da CPI, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS). A senadora destacou o papel da influenciadora na promoção de campanhas publicitárias ligadas a jogos de azar e apostas online.

“A presença de Virgínia Fonseca nesta Comissão Parlamentar de Inquérito é essencial para investigar o papel de influenciadores de grande alcance na promoção de jogos de azar e apostas online, bem como para esclarecer possíveis conflitos éticos e a necessidade de regulamentação adequada nesse campo”, justificou Thronicke.


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