Decisão foi tomada em resposta às novas exigências regulatórias impostas pelo governo brasileiro

William Oliveira Publicado em 01/10/2024, às 10h50
Na última segunda-feira (30), o Google implementou uma nova política que proíbe anúncios e propagandas de sites de apostas não registrados no Ministério da Fazenda. A medida inclui também os chamados "agregadores", plataformas que fornecem informações ou comparam serviços de jogos de azar, impedindo-os de veicular publicidade em qualquer plataforma do Google, como o mecanismo de busca, YouTube e Waze.
A decisão foi tomada em resposta às novas exigências regulatórias impostas pelo governo brasileiro. Recentemente, o Ministério da Fazenda determinou a suspensão das operações de todas as empresas de apostas que ainda não possuem a permissão da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA).
Essa regulamentação visa organizar o mercado de apostas no país, permitindo que apenas as empresas que solicitaram autorização dentro do prazo continuem operando até o final de dezembro.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que mais de 500 sites de apostas serão banidos em virtude dessa nova política. A regulação dos jogos de azar tornou-se uma prioridade para o governo federal, com diferentes ministérios avaliando os impactos sociais e econômicos associados à prática.
A medida reflete uma crescente preocupação com os efeitos adversos que os jogos de azar podem ter sobre a sociedade brasileira.
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