A Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé será a penúltima agremiação a desfilar no primeiro dia de desfiles no Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte de São, na

Redação Publicado em 13/04/2022, às 00h00 - Atualizado às 08h22
A Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé será a penúltima agremiação a desfilar no primeiro dia de desfiles no Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte de São, na sexta-feira (22).
O desfile deve começar às 3h55.
Assinado por 22 compositores, o samba-enredo da escola em 2022 vai falar sobre a história e a importância do café para o Brasil através da simbologia do Preto-Velho.
O título da música é “Preto Velho Conta A Saga Do Café Num Canto De Fé”.

O tema aborda a chegada das primeiras sementes de café a Belém do Pará até a migração para o Rio de Janeiro, onde se espalhou pelo país e foi chamado de “ouro negro” nas fazendas cafeeiras de Minas Gerais.
“Foi no Rio de Janeiro que o café vingou e a prosperidade por esse país se espalhou. Brasil ainda era colônia e os ricos fazendeiros ganhavam do imperador, por causa do cultivo do grão, o título de barão”, lembra o site oficial da escola.
Preto velho conta a saga do café num canto de fé
Saravá, saravá
Preto velho mirongueiro
Saravá
É a luz desse terreiro
Adorê as almas, irmão café
Odara ê, Tatuapé
Incorporei
Velas acesas no sagrado cazuá
Incorporei
Mesmo cansado vou abrir meu jakutá
Saravá
Venho de longe
Adorê, ê, ê
Velas no congá
Adorê, ê, ê
Arruda e guiné benze filho de axé
Preto velho conta a saga do café
Ah meu fio vamo proseá
O café é meu irmão fruto da mãe África
Gira mundo pelo mundo girou
Vendido, trocado, pilado na dor
Chorava a senzala um canto negro ecoou
Tanacilê, tanasanã
Iná inê, tanuotã
Lerê, lerê
Na labuta do cafezal
Cresce o meu Brasil menino
Lerê, lerê
O progresso trilhou
Reluziu o ouro negro meu sinhô
Êita cheiro bom
O vento leva
Essa mironga do amanhã o que será?
Inspira arte, poesia
Emoldurando a cultura popular
Aruanda, aruanda
Eu vou me embora
Vou nos braços de Iemanjá
Mas deixo a paz e a esperança
Eu vou me embora
Vou nos braços de Iemanjá
Adeus meu fio, Oxalá mandou chamar
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G1
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