
por Agenor Duque
Publicado em 21/05/2023, às 08h43 - Atualizado em 22/05/2023, às 08h43
Não é de hoje que tentam frequente e incansavelmente destruir a igreja cristã/ evangélica. Há uma guerra travada diante dos nossos olhos, uma batalha para descredibilizar a igreja, e com isso, os valores e princípios cristãos. A igreja é o único impedimento para que o mal exerça sua força plena e domine totalmente este mundo, daí tantos ataques contra ela.
A partir de 2018 há uma preocupação das mídias de esquerda nacional e internacional com respeito à maior participação de igrejas cristãs e pastores na vida pública, isso porque esses, via de regra, são conservadores.
Há uma atmosfera de inconformismo dos que trabalham em prol da agenda globalista com o fato de o cristão deixar de se omitir e fazer valer seu voto, cobrar posicionamentos dos governantes, lembrando-os da razão de terem sido colocados no poder, tendo a missão que dista anos-luz de defender interesses globalistas, de movimentos e ideologias esquerdista. A esquerda não se conforma com o fato de os cristãos terem saído da zona de conforto. E o nível de incômodo chegou a tal que, já que não se consegue mantê-los calados e/ou alienados, se tem empreendido esforços a fim de para associar a igreja cristã a práticas ilegais, criminosas, como, por exemplo, o tráfico.
Há tempos, têm-se escrito matérias ditas científicas, mas que, na verdade, não passam de pseudociência, que visam à criação de neologismos que vinculem criminalidade e igreja cristã, em prol de se eliminar os impeditivos à agenda globalista. Tal tentativa de vinculação é absurda, mas muitos tem acreditado nela. A mídia tem se prestado ao ridículo e ao inescrupuloso preconceito contra os cristãos. Incrível notar que não se vê em nenhum veículo de imprensa afirmações como “traficante umbandista”, “traficante budista”, “traficante cardecista”, mas quando se trata de macular a imagem e a reputação de cristão verdadeiros, que, de fato, fazem a vontade de Cristo Jesus, os agentes da agenda globalista se erguem com ímpeto, dedo em riste, para caluniar e propagar mentiras.
Desde 2020, uma cientista política esquerdista, moradora do Rio de Janeiro, observadora de crimes, gênero e igrejas evangélicas (religiosidade) vem criticando internacionalmente os movimentos neopentecostais. Ela escreve para mídias internacionais criando uma imagem negativa dos evangélicos, utilizando termos como “traficantes evangélicos” e “narcopentecostalismo no Brasil”. O tom é inegavelmente político, objetiva ridicularizar, desacreditar, colocar uma mancha na reputação da igreja cristã.
O pastor Silas Malafaia manifestou-se em suas redes sociais (na sexta, 12), declarando seu repúdio e indignação a respeito da reportagem da BBC Brasil, publicada pelo site G1, com a manchete “’Narcopentecostalismo’: Traficantes evangélicos usam religião na briga por território no Rio”. O pastor criticou a matéria e afirmou a impossibilidade de haver qualquer ligação ou vínculo entre práticas criminosas e a fé evangélica. “É um absurdo” disse o pastor, referindo-se à tentativa de vincular evangélicos ao narcotráfico.
Ou se é cristão, ou se é criminoso. Não há como associar traficantes a evangélicos. A única possibilidade de vínculo entre os dois termos seria acrescentar o prefixo “ex” antes de “traficante”, formando-se assim, “ex-traficante, agora cristão”. Jamais alguém pode ser traficante e cristão.
Dias difíceis para os verdadeiros cristãos. Mas, ai daquele que insurgir-se contra o Cristo e aqueles que O amam, proferindo mentiras a respeito deles.
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