Treinamentos incluem busca por entorpecentes, aparelhos eletrônicos e adaptação a diferentes cenários
Gabriela Nogueira Publicado em 04/10/2025, às 08h45
A Polícia Penal do Estado de São Paulo tem intensificado suas ações voltadas para a prevenção da entrada de itens ilícitos nas Unidades Prisionais da Região Central, destacando-se o uso estratégico de cães de faro e a colaboração entre os canis. Essa abordagem integrada tem se mostrado crucial na localização de drogas e aparelhos celulares, aumentando a eficácia das operações e reforçando a segurança nas instituições.
O êxito dessas apreensões é atribuído ao treinamento contínuo dos cães, considerado indispensável para garantir o desempenho ideal durante as operações. Os animais participam de exercícios específicos que envolvem técnicas de faro, simulações de ocorrências e adaptações a diversos ambientes. Esse preparo minucioso visa assegurar que os cães estejam aptos a atuar em situações reais, conforme relatado pela Polícia Penal, que enfatiza a importância dessas atividades regulares para manter o alto nível de performance dos animais.
Os canis desempenham um papel ativo nas operações cotidianas e em ações especiais dentro da Região Central. Entre os cães destacados estão Jess, da Penitenciária II do Complexo Penal de Guareí; Troy, da Penitenciária II do Complexo Penal de Itirapina; Ozzy e Shiva, da Penitenciária I de Sorocaba; e Thanos, da Penitenciária I do Complexo Penal de Capela do Alto.
A corporação ressalta que "cães de faro, acompanhados por Policiais Penais devidamente treinados, são fundamentais na promoção da segurança e na prevenção de delitos nos estabelecimentos penais". A colaboração entre os canis da Região Central não apenas sublinha a importância do treinamento contínuo, mas também reforça o investimento em equipes especializadas, consolidando assim a eficiência das iniciativas empreendidas pela Polícia Penal.