Agenor Duque Publicado em 20/01/2025, às 08h38
Em uma das mais surpreendentes viradas da história política americana, Donald Trump venceu Kamala Harris, candidata democrata, e se consagrou como o 47º presidente dos Estados Unidos. Após enfrentar duas tentativas de assassinato e uma série de ataques da grande mídia, Trump retorna à Casa Branca em 2025, reafirmando seu compromisso com a América e os valores conservadores. A vitória de Trump, que incluiu conquistas em estados tradicionalmente democratas e em estados pêndulos, gerou indignação na esquerda global. No Brasil, a velha imprensa e seus militantes de esquerda, principalmente os da “globolixo”, reagiram com histeria, enquanto Jair Bolsonaro, amigo e aliado ideológico de Trump, reiterou seu apoio ao líder americano. Este alinhamento é uma prova de que, se Bolsonaro estivesse à frente do Brasil, o país estaria em uma posição mais estratégica diante das mudanças internacionais que se aproximam.
Logo no primeiro dia de mandato, Trump planeja assinar mais de 100 decretos que impactarão áreas como imigração, segurança nacional, energia e comércio exterior. Essas medidas, cuidadosamente elaboradas por sua equipe, têm como objetivo restaurar a soberania dos Estados Unidos, corrigir os erros da administração Biden e proteger os valores americanos. Entre as ações mais significativas estão o endurecimento das políticas de imigração, que incluem a retomada da construção do muro na fronteira com o México, a reintegração do Título 42 e a deportação de mais de 1 milhão de imigrantes ilegais. Essas medidas são essenciais para conter a crise na fronteira, agravada por políticas permissivas da administração democrata.
A reimplementação do Título 42, por exemplo, permitirá a deportação automática de imigrantes ilegais, medida anteriormente justificada para conter a disseminação da COVID-19. Além disso, Trump pretende criar centros de detenção para migrantes enquanto aguardam a decisão sobre seus pedidos de asilo, reforçando a segurança na fronteira e preservando recursos americanos para cidadãos. Essas decisões, embora criticadas por progressistas, refletem o compromisso de Trump com a proteção de seu povo, algo que deveria servir de exemplo para o Brasil, atualmente (des)governado por uma liderança que prioriza alianças com regimes autoritários.
No campo energético, Trump planeja reverter regulamentações ambientais da era Biden, como as restrições à exploração de gás natural e petróleo. Ele também pretende retirar os Estados Unidos novamente do Acordo de Paris, sinalizando que a prioridade será a independência energética do país. A taxação de componentes de baterias e veículos elétricos importados, especialmente da China, reforça o compromisso de Trump com a reindustrialização americana, incentivando a produção nacional e reduzindo a dependência de potências estrangeiras.
No entanto, essas decisões terão implicações para o Brasil. As sanções comerciais, como tarifas sobre produtos agrícolas e manufaturados brasileiros, podem impactar negativamente a economia nacional. Porém, Trump não é o vilão dessa história. As medidas são uma resposta ao alinhamento de Lula com regimes comunistas e sua insistência em apoiar iniciativas que contradizem os interesses ocidentais e os valores conservadores. O apoio explícito de Lula à candidata democrata Kamala Harris e sua perseguição contra aliados de Trump, como Elon Musk e Bolsonaro, apenas aumentam o isolamento do Brasil na “nova geopolítica” que começará a partir de agora.
Outro ponto de destaque é a postura de Trump em relação à liberdade de expressão. Após anos de censura em plataformas digitais sob o comando de grandes corporações alinhadas com a esquerda, o presidente promete reformas que garantam a transparência e a liberdade nas redes sociais. Nomear Elon Musk para liderar o Departamento de Eficiência Governamental é um passo nessa direção, reforçando o combate ao autoritarismo tecnológico. Já no Brasil, o bloqueio do X (antigo Twitter) e a perseguição judicial a Musk por parte do STF e a sede do judiciário em calar-nos nas redes sociais, são exemplos de como a liberdade de expressão está sendo sufocada e esperemos que Trump tenha planos para ajudar a reverter essa situação.
A política externa de Trump, marcada pela defesa dos interesses americanos, também promete mudanças significativas. Sua intenção de revisar tarifas comerciais com países que impõem barreiras aos produtos americanos é uma advertência à governos que adotam práticas desleais, como o Brasil de Lula. Além disso, a disposição de Trump em usar sanções como forma de pressionar regimes autoritários, reflete seu compromisso com a justiça global, algo que contrasta com o apoio de Lula a ditaduras como as de Maduro e Ortega.
Enquanto os Estados Unidos avançarão sob a liderança de Trump, o Brasil enfrentará as consequências de escolhas políticas que priorizam interesses ideológicos mesmo que isso cause prejuízo aos brasileiros e ao progresso nacional. A lição é clara: a soberania de uma nação depende de lideranças que coloquem os interesses do povo acima de agendas globalistas. Se quisermos evitar mais sanções e recuperar nossa posição no contexto internacional, é fundamental escolhermos líderes comprometidos com a verdade e a justiça nas próximas eleições. Afinal, o futuro de nosso país depende de escolhas acertadas e alinhadas com a Constituição e com os interesses da população. Os americanos entenderam bem essa lição e unidos, conseguiram reverter a marcha ré que o governo Biden tinha dado nos EUA. O que acontecerá com o Brasil agora, não é culpa de Trump e sim de Lula, do STF (leia-se Alexandre de Moraes) e de toda a corja da esquerda que quer afundar o Brasil. E quem será prejudicado? O povo brasileiro.