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Surfistas fazem abaixo-assinado para WSL respeitar ranking de acesso

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Surfistas fazem abaixo-assinado para WSL respeitar ranking de acesso

Movimento começou na etapa da Califórnia e conta com mais de cem assinaturas, entre elas as dos top brasileiros Medina, Ítalo, Filipinho e Yago

A reta final da Challenger Series promete pegar fogo dentro da água, com a disputa das 12 vagas para o Championship Tour 2022 na última etapa, em Haleiwa, no Havaí, e fora também. Mais de 100 surfistas entregaram um abaixo-assinado para a World Surf League (WSL), pedindo respeito ao critério técnico e que as vagas de atletas do CT que terminarem entre os 12 melhores da CS sejam encaminhadas para os surfistas subsequentes do ranking, como era até a última temporada. Agora, as vagas não são automaticamente destes surfistas, mas sim da WSL, que se dá o direito de não seguir o ranking. A escolha dos surfistas será feita pela Comissão de Circuitos e Competições.

Segundo a Stab Magazine, que revelou a existência do abaixo-assinado, alguns dos principais surfistas do mundo assinaram o documento, entre eles Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Filipe Ferreira e Yago Dora. A informação sobre a participação dos tops brasileiros foi confirmada por algumas fontes por Boas Ondas e conversamos com um dos signatários do abaixo-assinado, que pediu para não ser identificado (nenhum destes citados pela Stab, que fique bem claro).

– A galera acordou tarde, né!? A regra já existia há algum tempo e o pessoal só se tocou ao final de Huntington e pouco antes de Portugal. Isso mostra como somos desunidos. Se os surfistas fossem mais unidos, jamais uma regra dessa seria aprovada. Não acredito que a WSL vá mudar nada, mas pelo menos fica o ponto positivo de que todo mundo se uniu em busca de alguma coisa melhor.

Samuel Pupo está em 15º do ranking que classifica os 12 melhores para a elite em 2022 — Foto: Damien Poullenot/WSL

Samuel Pupo está em 15º do ranking que classifica os 12 melhores para a elite em 2022 — Foto: Damien Poullenot/WSL

Segundo a fonte, apesar de outros pontos terem sido levantados, entre eles o fato de a premiação ter diminuído, a questão principal foi a alocação de vagas para o CT.

– O Morgan Cibilic é uma prova de como faz sentido usar o critério técnico. Ele conseguiu a vaga por causa da dupla qualificação de algum top e terminou a temporada em quinto lugar, disputando o título na WSL Finals – diz, citando o exemplo do australiano.

Boas Ondas conversou por e-mail com o brasileiro Renato Hickel, Tour Manager da WSL, para tentar entender a posição da entidade. Além de confirmar a autonomia da Comissão de Circuitos e Competições para escolher os atletas, Hickel disse que a regra seria uma garantia para o caso de se necessário mais de duas vagas para realocar atletas que a WSL ache “merecedores” de estar na elite.

– Vale esclarecer que, caso necessário, estas escolhas serão feitas dentro de critérios do desporto, como por exemplo a necessidade de termos de alocar um terceiro wildcard de contusão, como já aconteceu várias vezes em temporadas anteriores. Além disso, este ano aumentamos de dez para 12 o número de classificados da CS e diminuímos de 22 para 20 os que se mantiveram no CT. Por causa da Covid, também dispensamos a obrigatoriedade de os atletas do CT disputarem ao menos duas etapas da CS por ano. Apesar das mudanças citadas, isso não quer dizer que não possamos alocar essas eventuais vagas aos surfistas subsequentes do ranking da CS, se entendermos ser a opção mais justa – disse Hickel, confirmando que a decisão será tomada apenas após a etapa de Haleiwa, já com o ranking definido e os nomes na mesa.

Os wildcards para lesionados, que passaram a ser chamados apenas convidados de temporada, já foram anunciados pela WSL e entre eles está o australiano Owen Wrigth, que terminou em 25º. Ele foi recolocado na elite, segundo a própria WSL, por ter ficado muito perto da classificação e por tudo o que representa para o CT. Owen não se encaixaria na regra de lesionado, pois perdeu apenas uma etapa por estar machucado. O australiano terminou a temporada atrás do sul-africano Matthey McGillivray e até do brasileiro Caio Ibelli, que, apesar de empatado no número de pontos, levaria vantagem no critério de desempate (mais vitórias no ano).

O fuso horário dificultou a entrevista com Hickel, que mora na Austrália. Ao receber a confirmação sobre a regra e o exemplo da necessidade de salvaguardar vagas para o caso de lesões, Boas Ondas questionou se, diante do fato de as vagas para lesionados não terem sido usadas (não falei claramente sobre o Owen Wright) a tendência seria seguir um ranking, seja o da CS ou do próprio CT em caso de dupla qualificação, Hickel preferiu não entrar nesta questão:

– É correto afirmar que a regra foi criada para salvaguardar vagas que o Departamento de Circuitos e Competições entender merecedoras. Só esclareço que já utilizamos as duas vagas de convidados de temporada para o ano que vem e que tivemos mais atletas machucados aplicando para estas mesmas vagas.

Lucas Silveira ocupa a 17ª colocação e pode ser prejudicado pela nova regra da WSL — Foto: Laurent Masurel/WSL

Lucas Silveira ocupa a 17ª colocação e pode ser prejudicado pela nova regra da WSL — Foto: Laurent Masurel/WSL

Boas ondas também perguntou quem formaria a Comissão de Circuitos e Competições, que teria o poder de escolher os surfistas para integrar a elite do surfe e quem ficaria relegado à segunda divisão, mas não obteve resposta.

Entre os brasileiros da CS, atualmente apenas o surfista de Saquarema João Chianca Chumbinho, em sexto, estaria entre os classificados para o CT do ano que vem. O japonês Kanoa Igarashi, líder do ranking, terá uma qualificação dupla e a WSl já pode contar com uma vaga para chamar de sua. Alguns brasileiros estão perto da zona de classificação, como podemos ver no ranking abaixo:

*01: Kanoa Igarashi (JPN) – 15.500 pontos
02: Ezekiel Lau (HAV) – 14.250
03: Jake Marshall (EUA) – 12.500
04: Imaikalani Devault (HAV) – 12.000
05: Nat Young (EUA) – 11.900
06: Connor O´Leary (AUS) – 11.000
06: Lucca Mesinas (PER) – 11.000
06: João Chianca (BRA) – 11.000
*09: Griffin Colapinto (EUA) – 10.750
09: Liam O´Brien (AUS) – 10.750
11: Carlos Muñoz (CRI) – 10.650
12: Callum Robson (AUS) – 10.500
*classificado pelo CT
—————————————————-
15: Samuel Pupo (BRA) – 9.500 pontos
17: Lucas Silveira (BRA) – 9.250
17: Mateus Herdy (BRA) – 9.250

Boas Ondas!

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