Duas pessoas morreram e uma ficou ferida, em estado crítico, após tiroteio em igreja no Texas, Estados Unidos.

Redação Publicado em 30/12/2019, às 00h00 - Atualizado às 11h56
Duas pessoas morreram e uma ficou ferida, em estado crítico, após tiroteio em igreja no Texas, Estados Unidos.
Segundo o site de notícias The Dallas Morning News, o atirador está entre os mortos. A polícia foi chamada por volta das 10h da manhã (horário local) a West Freeway Church of Christ (Igreja de Cristo em West Freeway), na periferia da cidade de Fort Worth, cidade vizinha a Dallas.
O tiroteio foi capturado em transmissão ao vivo do culto no Youtube, mas o vídeo não está mais disponível. De acordo com o site de notícias, no vídeo uma pessoa se levanta e atira duas vezes, quando alguém, na parte de trás da igreja, atira também. Ainda não há informações sobre o que motivou o atirador.
Em nota, o governador do Texas, Greg Abbott, classificou o tiroteio como um ato maligno de violência.
“Nosso coração está voltado para as vítimas e famílias dos mortos no ato maligno de violência que ocorreu na Igreja de Cristo em West Freeway. Os locais de culto devem ser sagrados, e sou grato pelos membros da igreja que agiram rapidamente para derrubar o atirador e ajudaram a evitar mais perdas de vidas”, disse.
Ele pediu oração pela comunidade e pelos afetados pela tragédia.
EBC
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação