A comissão técnica do Corinthians esperava colocar Ramiro para treinar com bola, junto ao grupo, a partir do início desta nesta semana. Seria o último passo

Redação Publicado em 18/03/2020, às 00h00 - Atualizado às 15h50
A comissão técnica do Corinthians esperava colocar Ramiro para treinar com bola, junto ao grupo, a partir do início desta nesta semana. Seria o último passo antes do jogador ficar à disposição de Tiago Nunes. Havia até mesmo uma expectativa do meio-campista ficar ao menos no banco de reservas contra o Palmeiras, em clássico que seria disputado na Arena, no próximo domingo, não fosse a paralisação devido ao coronavírus.
Agora, a situação mudou de figura. Ramiro receberá atenção especial nesse período em que os atletas terão de treinar longe do CT e dos profissionais do clube. As orientações serão enviadas por mensagens via whatsapp.
O departamento físico corintiano acredita que Ramiro precisará de um tempo extra, assim que as atividades forem retomadas à normalidade.
Depois de quatro semanas de tratamento junto ao departamento médico, Ramiro foi entregue ao trabalho de transição.
Além de todo o processo, há o fator “medo”, muito comum nestes casos e que os atletas precisam superar para que os movimentos mais agudos e de choque no campo sejam executados uma maneira natural.
Gazeta Esportiva
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação