O Ministério Público do Rio usa como testemunhas da acusação contra o caso das rachadinhas ligadas ao gabinete de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na

Redação Publicado em 09/11/2020, às 00h00 - Atualizado às 12h46
O Ministério Público do Rio usa como testemunhas da acusação contra o caso das rachadinhas ligadas ao gabinete de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) pessoas que compraram ou venderam imóveis do atual senador.
O sargento da Polícia Militar Diego Ambrósio também está entre as testemunhas, após ter quitado um boleto de R$ 16,5 mil do apartamento do filho de Jair Bolsonaro (sem partido).
As negociações com o senador Flávio Bolsonaro aconteciam em dinheiro vivo em maior parte. Entre as pessoas que compraram ou venderam imóveis para Flávio estão os corretores Orlando Trancoso de Abreu e Sydney Braz.
Além deles, Fábio e Jordana Guerra compraram um apartamento de Flávio localizado em Laranjeiras, enquanto David Macedo vendeu um apartamento localizado em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca.
O sargento Ambrósio não foi denunciado e consta no processo apenas como uma das testemunhas. Junto com ele, Fausto Paes, pai de Luísa Paes, irá depor. Ela admitiu ser funcionária fantasma de no gabinete de Flávio na Alerj.
Fausto era amigo de futebol de Flávio Bolsonaro , segundo informações de Guilherme Amado, da revista Época.
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iG
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