Promotor quer que ex-governador esclareça acusação de que decretos teriam beneficiado seus familiares

Redação Publicado em 24/09/2018, às 00h00 - Atualizado às 16h22
Promotor quer que ex-governador esclareça acusação de que decretos teriam beneficiado seus familiares
SÃO PAULO – O Ministério Público (MP) estadual de São Paulo abriu nesta segunda-feira uma investigação contra Geraldo Alckmin, ex-governador e candidato ao Planalto pelo PSDB. O inquérito foi instaurado em razão de reportagem publicado no último dia 16 do jornal Folha de S.Paulo que apontou supostas irregularidades em dois decretos que levaram a desapropriações envolvendo familiares do tucano.
De acordo com a reportagem, o ex-governador fez pelo menos duas desapropriações em 2013 e 2014 que atingiram propriedades de Othon Ribeiro, sobrinho do tucano, e de sua então mulher à época Juliana Fachada. O objetivo era a construção de uma rodovia em São Roque, a 70 quilômetros da capital paulista.
Othon é filho de Adhemar Ribeiro, apontado por delatores como arrecadador de caixa 2 de campanhas do tucano. As indenizações teriam rendido até R$ 3, 8 milhões.
Alckmin tem negado as acusações sobre o caso. Ele afirma que nunca beneficiou parentes e, em campanha na semana passada no bairro do Campo Limpo, o ele disse que os terrenos pertenciam à família de Juliana, que era casada com Othon em regime total de separação de bens.
Leia também

Indicado por Orlando Morando à Faculdade de Direito é alvo do Gaeco por corrupção e lavagem de dinheiro

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

A Soberania Começa em Casa

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

PF aponta que ex-assessor ligado a irmão de Carla Zambelli financiou avião usado no transporte de cocaína

Enfermeira é morta a tiros pelo ex-namorado na Zona Sul de SP

Governo mira a própria militância e ignora os interesses estratégicos do Brasil

VÍDEO: Homem tenta estuprar nutricionista dentro de apartamento na Grande São Paulo

Pagamento do Bolsa Família em junho já tem data marcada; veja calendário

Alcolumbre reage a pressão por CPMI do Banco Master: "Palanque eleitoral"