O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foi obrigado por decisão da Justiça de Brasília a afastar uma servidora

Redação Publicado em 23/07/2020, às 00h00 - Atualizado às 11h01
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foi obrigado por decisão da Justiça de Brasília a afastar uma servidora identificada como Adriana da Silva Mascarenhas por suspeita de emitir uma licença ilegal para transporte de serpentes não permitidas no Brasil.
O pedido de afastamento foi feito de forma preventiva pela Justiça, já que a servidora tem acesso às dependências do Ibama e poderia interferir nas investigações sobre a suposta quadrilha de tráfico de animais, da qual faria parte o estudante Pedro Krambeck, picado no dia 7 de julho por uma naja que criava em casa.
A licença supostamente emitida pela funcionária do Ibama foi encontrada durante a Operação Snake enquanto a polícia civil fazia buscas na casa de Pedro. A funcionária será investigada por envolvimento com tráfico de animais silvestres.
Até o momento, mais de 15 animais ilegais foram apreendidos em endereços ligados ao estudante. Parte deles, incluindo a naja, está no zoológico de Brasília. Uma ação movida por advogado de Brasília pede que o estudante pague os custos da estadia do animal ali .
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação