
Redação Publicado em 23/06/2022, às 00h00 - Atualizado às 10h31
O Grupo dos Sete buscará demonstrar apoio de longo prazo à Ucrâniana luta contra a invasão russa em uma cúpula que começa neste domingo (26), mesmo com o crescente impacto da guerra na economia mundial testando sua determinação.

Os líderes de Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá e Japãodiscutirão como exercer mais pressão sobre o Kremlin na cúpula de três dias no Schloss Elmau, um hotel de luxo em um vale montanhoso da Baviera, na Alemanha.
Mas à medida que a guerra se arrasta para o quinto mês, eles ficarão cautelosos com quaisquer sanções que possam obscurecer ainda mais as perspectivas econômicas mundiais. O conflito já criou escassez de alimentos e energia que está impulsionando a inflação e a fome.
Os aumentos de preços estão atingindo particularmente o sul global, onde os países já estavam sofrendo com a pandemia de covid-19 e crises climáticas.
Em comentários antes das cúpulas consecutivas da União Europeia, do G7 e da aliança militar ocidental Organização do Tratado do atlântico Norte (Otan), o chanceler alemão, Olaf Scholz, disse ao Parlamento alemão na quarta-feira (22) que a tarefa é maior do que enviar a mensagem de que o Ocidente está unido “como nunca antes”.
As cúpulas também precisam mostrar “que as democracias do mundo estão juntas na luta contra o imperialismo de Putin, bem como na luta contra a fome, a pobreza, as crises de saúde e as mudanças climáticas”, afirmou ele.
Se o Ocidente não mostrar solidariedade com os países do sul global, muitos dos quais criticaram as sanções ocidentais, Rússia e China se beneficiarão, alertou.
Encontrar uma nova abordagem para a China que reflita as preocupações com os direitos humanos, os problemas da cadeia de suprimentos e o impacto muitas vezes negativo de investimentos globais desempenharia um “papel muito importante” na cúpula, disse uma autoridade do governo alemão.
Os líderes do G7 lançarão uma nova iniciativa de infraestrutura destinada a oferecer aos países de baixa e média renda investimentos transparentes e de alta qualidade, disseram autoridades graduadas dos EUA, uma resposta clara ao projeto do Cinturão e Rota da China, que foi criticado por contratos opacos e termos de empréstimo onerosos.
Scholz convidou como nações parceiras os líderes do Senegal, que detém a presidência rotativa da União Africana, e a Argentina, que detém a presidência da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenho, além da Índia, Indonésia e África do Sul.
Enquanto a Ucrânia enfrenta forças russas no leste do país em uma guerra que matou milhares e destruiu cidades, os líderes discutirão a necessidade de ajuda financeira de longo prazo para ajudar na reconstrução do país, disse a autoridade alemã.
“Estamos falando de somas consideravelmente maiores do que os atuais 5 bilhões de euros (de ajuda externa) por mês”, afirmou a fonte. Scholz disse que o país precisava de um “Plano Marshall”, como o programa dos EUA que reconstruiu a Europa após a Segunda Guerra Mundial.
Leia também

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

O lugar a que pertencemos

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

STF oficializa fim da aposentadoria compulsória como punição máxima para juízes

Carol Barcellos vence fuso e falta de espaço em treino intenso em Tóquio

Tráfego Pago vs. Orgânico: Quando vale a pena investir dinheiro em anúncios?

Cristiano Ronaldo se incomoda com pergunta sobre Messi e se recusa a responder

Justiça condena Nego Di a mais de 14 anos de prisão em novo caso

Cristiano Ronaldo faz história e Portugal atropela o Uzbequistão na Copa do Mundo

Infantino confirma presença de Trump na final da Copa de 2026 e diz que presidente dos EUA entregará taça ao campeão