O Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, informou hoje (23) que começará a respaldar uma gama de créditos sem precedentes para famílias,

Redação Publicado em 23/03/2020, às 00h00 - Atualizado às 11h47
O Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, informou hoje (23) que começará a respaldar uma gama de créditos sem precedentes para famílias, pequenas empresas e grandes empregadores, em um esforço para compensar as “graves perturbações” econômicas causadas pela pandemia do coronavírus.
As medidas incluem o estabelecimento de novos programas que fornecerão empréstimos estudantis, empréstimos com cartão de crédito e empréstimos garantidos pelo governo norte-americano a pequenas empresas, bem como novos programas para comprar títulos de empregadores maiores e fazer empréstimos a eles.
As compras existentes de Treasuries e de títulos lastreados em hipotecas serão expandidas o quanto for necessário “para apoiar o bom funcionamento do mercado e a transmissão efetiva da política monetária para condições financeiras e econômicas mais amplas”.
Em comunicado, o Fed disse que o esforço, aprovado por unanimidade pelos membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), foi realizado porque “ficou claro que nossa economia enfrentará graves perturbações” como resultado da crise da saúde.
ABr
Leia também

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

Enfermeira é morta a tiros pelo ex-namorado na Zona Sul de SP

São Paulo registra dia mais quente do ano e qualidade do ar piora

Indicado por Orlando Morando à Faculdade de Direito é alvo do Gaeco por corrupção e lavagem de dinheiro

Nova plataforma robótica de cirurgia chega no Brasil e promete revolucionar o mercado

Enfermeira é morta a tiros pelo ex-namorado na Zona Sul de SP

Governo mira a própria militância e ignora os interesses estratégicos do Brasil

VÍDEO: Homem tenta estuprar nutricionista dentro de apartamento na Grande São Paulo

Pagamento do Bolsa Família em junho já tem data marcada; veja calendário

Alcolumbre reage a pressão por CPMI do Banco Master: "Palanque eleitoral"