Mais de 4.400 pessoas foram retiradas do local onde vivem após a erupção do vulcão Lewotolo na Indonésia, que projetou uma coluna de fumo e cinzas a uma

Redação Publicado em 30/11/2020, às 00h00 - Atualizado às 16h42
Mais de 4.400 pessoas foram retiradas do local onde vivem após a erupção do vulcão Lewotolo na Indonésia, que projetou uma coluna de fumo e cinzas a uma altura de quatro quilômetros (km), informaram hoje (30) as autoridades indonésias.

A agência de gestão de riscos geológicos e vulcânicos aumentou o estado de alerta para o nível mais elevado após a erupção, tomando medidas contra a saída da lava.
As autoridades interditaram o acesso à zona da cratera numa extensão de dois km.
Trata-se da maior erupção do vulcão Lewotolo, localizado nas províncias das pequenas ilhas de Sonda oriental, ao sul do arquipélago do Sudeste Asiático, desde 2017.
Até o momento não foram registradas vítimas, mas foram lançados avisos sobre eventuais emissões de gás e densidade das cinzas.
“Para limitar os riscos para a saúde recomenda-se o uso de máscara ou outros equipamentos de proteção dos olhos e da pele”, disse a porta-voz da agência de gestão de catástrofes, Raditya Jati.
O aeroporto de Wunopiti, perto do vulcão, encontra-se fechado temporariamente.
Na Indonésia existem 130 vulcões ativos, estando o arquipélago situado numa das três zonas sísmicas mais intensas do mundo.
A atividade de mais três vulcões do país obrigou as autoridades a aumentar o estado de alerta nas áreas próximas dos vulcões de Sinabung (Sumatra), do Merapi (Java) e do Karangetang (Sulawesi).
No fim de 2018, um vulcão em uma ilha do estreito entre Java e Sumatra provocou o deslocamento de placas submarinas e um tsunami que deixou 400 mortos.
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RTP
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