O acordo de reestruturação da dívida da Argentina deve receber enorme apoio dos credores quando o governo divulgar os resultados da licitação nesta

Redação Publicado em 31/08/2020, às 00h00 - Atualizado às 12h41
O acordo de reestruturação da dívida da Argentina deve receber enorme apoio dos credores quando o governo divulgar os resultados da licitação nesta segunda-feira (31), embora haja dúvidas sobre duas séries de títulos individuais que podem ter ficado aquém do esperado.

O governo apresentará o resultado do acordo na tarde desta segunda-feira (31), depois que meses de negociações tensas, prazos prorrogados e modificações em sua oferta ajudaram a Argentina a chegar a um acordo com a maioria dos credores.
A Reuters informou na sexta-feira (28), prazo final do acordo, que o governo estava confiante no alto apoio dos credores.
Um acordo forte é a chave para a Argentina – a terceira maior economia da América Latina e uma grande produtora de grãos – sair da inadimplência e reanimar uma economia que está em seu terceiro ano de recessão e deve recuar cerca de 12,5% este ano.
A possibilidade de que cláusulas de ação coletiva não sejam alcançadas em alguns títulos aumenta a possibilidade de resistência dos credores, embora não se espere que essas cláusulas representem uma parte significativa do montante total da dívida ou afetem o acordo mais amplo.
.
.
.
REUTERS
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação