De acordo com o governo, o aumento apenas corrige a inflação dos últimos 16 meses e é inferior ao índice previsto em contrato de privatização

Ana Beatriz Publicado em 02/12/2025, às 11h27
A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) aprovou nesta segunda-feira (1º), o primeiro reajuste tarifário da Sabesp desde a privatização da companhia. As tarifas de água e esgoto terão aumento de 6,11% a partir de janeiro de 2026.
Segundo o governo paulista, o percentual corresponde à recomposição da inflação acumulada nos últimos 16 meses — intervalo que passou a orientar os reajustes anuais após a desestatização.
Com o aumento, o custo por mil litros de água em uma residência com consumo entre 11 m³ e 20 m³ passará de R$ 6,01 para R$ 6,40 por m³.
Antes da privatização, o governador Tarcísio de Freitas afirmava que não haveria aumento para os consumidores. Durante o processo de venda, porém, ele esclareceu que o compromisso era manter os reajustes abaixo do limite previsto em contrato.
O índice aprovado agora ficou cerca de 15% abaixo do teto contratual, o que, segundo o governo, demonstra que não houve aumento real, mas apenas correção inflacionária.
A nova tarifa passa a valer no início de janeiro e marca a primeira atualização sob gestão privada, inaugurando o novo modelo regulatório que deve orientar os próximos reajustes da Sabesp.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Motorista de Porsche morre após colisão contra mureta na Rodovia dos Imigrantes

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação