Com o aumento das compras online, motoboys enfrentam desafios para entregar pacotes em São Paulo durante o Natal

Redação Publicado em 20/12/2025, às 10h34
Com a proximidade do Natal, motocicletas têm circulado pelas ruas de São Paulo carregando volumes que se assemelham aos de pequenos furgões. Caixas e sacos empilhados além da capacidade dos baús se tornaram cena comum, impulsionados pelo aumento expressivo das compras on-line e pela pressão para que as entregas cheguem antes das festas de fim de ano.
Para dar conta da demanda, motoboys recorrem a soluções improvisadas, como amarrar pacotes com cintas ao redor do baú, utilizar fitas adesivas para fixar encomendas à moto e sobrecarregar alforjes laterais. Em muitos casos, o volume transportado desafia o equilíbrio do condutor, que precisa reduzir a velocidade e redobrar a atenção para circular em meio ao trânsito intenso da capital.
Os ganhos variam conforme a plataforma, ficando entre R$ 4 e R$ 7 por pacote entregue. Neste período, jornadas com mais de 100 entregas diárias se tornam comuns, e há quem chegue a ultrapassar 170 encomendas em um único dia. Para os trabalhadores, o esforço extra é visto como oportunidade de reforçar a renda, especialmente para custear despesas típicas do fim do ano, como Natal e décimo terceiro.
Motoboys ouvidos pela reportagem reconhecem os riscos do excesso de carga, mas afirmam que a necessidade financeira acaba pesando na decisão. O peso adicional limita a mobilidade da moto, dificulta manobras e aumenta a possibilidade de acidentes, sobretudo em vias mais estreitas ou com tráfego intenso. Ainda assim, muitos afirmam que adotam cuidados mínimos, como deixar parte das entregas para trás quando percebem que o volume compromete a segurança.
A prática, no entanto, contraria regras previstas no Código de Trânsito Brasileiro. A legislação considera infração transportar carga fora das dimensões permitidas ou com excesso de peso, o que pode resultar em multa, pontos na Carteira Nacional de Habilitação e até apreensão do veículo. As normas estabelecem que o baú da motocicleta não pode ultrapassar 60 centímetros de largura e 70 centímetros de altura a partir do assento.
Especialistas em trânsito alertam que o transporte irregular de mercadorias representa risco não apenas para o motoboy, mas também para outros condutores e pedestres. Além disso, destacam que as encomendas transportadas dessa forma geralmente não contam com seguro, o que pode gerar prejuízos ao consumidor em caso de extravio ou dano.
A Prefeitura de São Paulo informa que os serviços de motofrete devem obedecer às regras de dimensionamento dos baús e que os materiais precisam estar devidamente fixados em compartimentos adequados. Segundo a administração municipal, denúncias de irregularidades podem ser feitas por meio dos canais oficiais, mediante identificação da placa do veículo, local e horário da infração.
Com a proximidade do Natal, motocicletas têm circulado pelas ruas de São Paulo carregando volumes que se assemelham aos de pequenos furgões. Caixas e sacos empilhados além da capacidade dos baús se tornaram cena comum, impulsionados pelo aumento expressivo das compras on-line e pela pressão para que as entregas cheguem antes das festas de fim de ano.
Para dar conta da demanda, motoboys recorrem a soluções improvisadas, como amarrar pacotes com cintas ao redor do baú, utilizar fitas adesivas para fixar encomendas à moto e sobrecarregar alforjes laterais. Em muitos casos, o volume transportado desafia o equilíbrio do condutor, que precisa reduzir a velocidade e redobrar a atenção para circular em meio ao trânsito intenso da capital.
Os ganhos variam conforme a plataforma, ficando entre R$ 4 e R$ 7 por pacote entregue. Neste período, jornadas com mais de 100 entregas diárias se tornam comuns, e há quem chegue a ultrapassar 170 encomendas em um único dia. Para os trabalhadores, o esforço extra é visto como oportunidade de reforçar a renda, especialmente para custear despesas típicas do fim do ano, como Natal e décimo terceiro.
Motoboys ouvidos pela reportagem reconhecem os riscos do excesso de carga, mas afirmam que a necessidade financeira acaba pesando na decisão. O peso adicional limita a mobilidade da moto, dificulta manobras e aumenta a possibilidade de acidentes, sobretudo em vias mais estreitas ou com tráfego intenso. Ainda assim, muitos afirmam que adotam cuidados mínimos, como deixar parte das entregas para trás quando percebem que o volume compromete a segurança.
A prática, no entanto, contraria regras previstas no Código de Trânsito Brasileiro. A legislação considera infração transportar carga fora das dimensões permitidas ou com excesso de peso, o que pode resultar em multa, pontos na Carteira Nacional de Habilitação e até apreensão do veículo. As normas estabelecem que o baú da motocicleta não pode ultrapassar 60 centímetros de largura e 70 centímetros de altura a partir do assento.
Especialistas em trânsito alertam que o transporte irregular de mercadorias representa risco não apenas para o motoboy, mas também para outros condutores e pedestres. Além disso, destacam que as encomendas transportadas dessa forma geralmente não contam com seguro, o que pode gerar prejuízos ao consumidor em caso de extravio ou dano.
A Prefeitura de São Paulo informa que os serviços de motofrete devem obedecer às regras de dimensionamento dos baús e que os materiais precisam estar devidamente fixados em compartimentos adequados. Segundo a administração municipal, denúncias de irregularidades podem ser feitas por meio dos canais oficiais, mediante identificação da placa do veículo, local e horário da infração.
Com a proximidade do Natal, motocicletas têm circulado pelas ruas de São Paulo carregando volumes que se assemelham aos de pequenos furgões. Caixas e sacos empilhados além da capacidade dos baús se tornaram cena comum, impulsionados pelo aumento expressivo das compras on-line e pela pressão para que as entregas cheguem antes das festas de fim de ano.
Para dar conta da demanda, motoboys recorrem a soluções improvisadas, como amarrar pacotes com cintas ao redor do baú, utilizar fitas adesivas para fixar encomendas à moto e sobrecarregar alforjes laterais. Em muitos casos, o volume transportado desafia o equilíbrio do condutor, que precisa reduzir a velocidade e redobrar a atenção para circular em meio ao trânsito intenso da capital.
Os ganhos variam conforme a plataforma, ficando entre R$ 4 e R$ 7 por pacote entregue. Neste período, jornadas com mais de 100 entregas diárias se tornam comuns, e há quem chegue a ultrapassar 170 encomendas em um único dia. Para os trabalhadores, o esforço extra é visto como oportunidade de reforçar a renda, especialmente para custear despesas típicas do fim do ano, como Natal e décimo terceiro.
Motoboys ouvidos pela reportagem reconhecem os riscos do excesso de carga, mas afirmam que a necessidade financeira acaba pesando na decisão. O peso adicional limita a mobilidade da moto, dificulta manobras e aumenta a possibilidade de acidentes, sobretudo em vias mais estreitas ou com tráfego intenso. Ainda assim, muitos afirmam que adotam cuidados mínimos, como deixar parte das entregas para trás quando percebem que o volume compromete a segurança.
A prática, no entanto, contraria regras previstas no Código de Trânsito Brasileiro. A legislação considera infração transportar carga fora das dimensões permitidas ou com excesso de peso, o que pode resultar em multa, pontos na Carteira Nacional de Habilitação e até apreensão do veículo. As normas estabelecem que o baú da motocicleta não pode ultrapassar 60 centímetros de largura e 70 centímetros de altura a partir do assento.
Especialistas em trânsito alertam que o transporte irregular de mercadorias representa risco não apenas para o motoboy, mas também para outros condutores e pedestres. Além disso, destacam que as encomendas transportadas dessa forma geralmente não contam com seguro, o que pode gerar prejuízos ao consumidor em caso de extravio ou dano.
A Prefeitura de São Paulo informa que os serviços de motofrete devem obedecer às regras de dimensionamento dos baús e que os materiais precisam estar devidamente fixados em compartimentos adequados. Segundo a administração municipal, denúncias de irregularidades podem ser feitas por meio dos canais oficiais, mediante identificação da placa do veículo, local e horário da infração.
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