Autor do último gol do time em 2020, na vitória por 2 a 0 contra o Botafogo em 27 de dezembro, o jogador que completará 23 anos em fevereiro tem plena

Redação Publicado em 11/01/2021, às 00h00 - Atualizado às 13h50
Autor do último gol do time em 2020, na vitória por 2 a 0 contra o Botafogo em 27 de dezembro, o jogador que completará 23 anos em fevereiro tem plena consciência de que precisa melhorar seus números no clube. No ano passado, fez 31 jogos, marcou dois gols e não deu assistências.
– Acho que 2020 foi um ano não tão ruim, mas também não o que eu esperava, eu esperava me firmar. Ali na reta final do Paulistão, quando tive a sequência, esperava ter me firmado e infelizmente não aconteceu. Mas o ano terminou melhor, jogando e fazendo gol para ajudar a equipe.

Mateus Vital no treino do Corinthians — Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians
Com Vagner Mancini, Vital participou de oito dos 14 jogos. Foi titular em cinco deles e entrou em outros três. Segundo o jogador, o técnico tem ajudado bastante em sua evolução.
– Hoje faço vários trabalhos específicos com o Mancini, ele sabe da minha qualidade, do meu potencial, sabe que posso evoluir, então chama para ficar um pouquinho depois do treino para fazer trabalhos de finalização, passe, coisas que ele sabe que vai ajudar. Estou aprendendo bastante.
São sete gols pelo Timão desde 2018. Cinco deles, curiosamente, foram marcados contra times cariocas: dois contra o próprio Vasco e um contra Flamengo, Fluminense e Botafogo. O Tricolor das Laranjeiras é o próximo adversário do Timão, na próxima quarta-feira.

Mateus Vital fez gol contra o Fluminense no jogo do primeiro turno
– Procuro trabalhar para todo jogo dar uma assistência ou fazer gol, não tem acontecido bastante, calhou de ser contra cariocas, mas estou sempre tentando ajudar, evoluir, uma hora a sequência vai acontecer, vou fazer gols em vários jogos para evoluir e ajudar os companheiros – projetou.
O processo de evolução de Vital conta a ajuda de outras pessoas também fora do clube. Com idade olímpica e o sonho de ir a Tóquio, ele tem feito trabalhos complementares com o preparador físico Guilherme Henrique. O objetivo dos trabalhos funcionais é diminuir o risco de lesões.
– Mais do que jogador, a gente tem que ser atleta. Então a parte da nutrição tenho seguido à risca o que a Chris (Christiane Neves, nutricionista) tem passado, tomando os suplementos, seguindo uma rotina mais saudável que ajuda a performance. E quando não tem treino, faço trabalhos à parte em casa para manter a forma e não perder ritmo – explicou o jogador.
Motivado, ele garante que o Timão terá fôlego para seguir na briga por uma vaga na Libertadores até as últimas rodadas do Brasileirão. Com mais 11 jogos a fazer, o Corinthians tem o G-6 como meta.
– A gente vinha mal, sem resultados positivos, muito se falava que a gente brigaria por rebaixamento e a revertemos. Não pelo o que o pessoal falava, mas pela gente. Somos pais de família com vergonha na cara, a gente sabia que como estava não podia ficar. Agora sonhamos com outras situações no campeonato. Queremos a vaga na Libertadores – disse.
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GE – Globo Esporte.
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