O atacante Ricardo Goulart encerrou oficialmente nesta terça-feira sua segunda passagem pelo Guangzhou Evergrande, da China. O jogador de 30 anos assinou a

Redação Publicado em 16/11/2021, às 00h00 - Atualizado às 14h32
O atacante Ricardo Goulart encerrou oficialmente nesta terça-feira sua segunda passagem pelo Guangzhou Evergrande, da China. O jogador de 30 anos assinou a rescisão com o clube asiático e agora está oficialmente livre no mercado, disponível para fechar com outros clubes. Sua prioridade é um retorno ao futebol brasileiro.
O ex-atleta de Cruzeiro e Palmeiras está longe dos campos do país desde 2019, quando defendeu o clube paulista. Agora, ele aguardará propostas para definir seu futuro após a assinatura da rescisão, conduzida pelo empresário Paulo Pitombeira. Inclusive, o atacante e sua família já estão no Brasil, onde chegaram nos últimos dias.

Ricardo Goulart voltou ao Brasil nos últimos dias — Foto: Reprodução/Instagram
Ricardo Goulart é um dos jogadores estrangeiros mais vitoriosos da história do futebol na China, tendo conquistado três títulos do Campeonato Chinês, um da Liga dos Campeões da Ásia, um da Copa e três da Supercopa do país. Ele foi contratado pelo Guangzhou em 2015, após brilhar no bicampeonato brasileiro do Cruzeiro nos dois anos anteriores, e permaneceu no clube até 2019. Então, foi comprado pelo Palmeiras, e depois recomprado pela equipe chinesa.
Em cinco temporadas no Guangzhou, defendeu a equipe em 171 jogos e marcou 111 gols no período. Na temporada 2020, foi emprestado ao Hebei, atuando por 1.636 minutos – foi o atleta que mais jogou na liga. Em 2021, de volta ao Guangzhou, jogou 1.179 minutos, em 13 partidas. Ele marcou sete gols neste período.
Veja reportagem do Esporte Espetacular sobre Ricardo Goulart na seleção chinesa
O Guangzhou Evergrande vive um grande momento de incerteza depois de dominar o futebol chinês, com oito títulos nacionais na última década. O clube é patrocinado pela gigante do ramo imobiliário Evergrande, que vem sofrendo com uma grave crise e soma uma dívida de cerca de US$ 300 bilhões – que abala, inclusive, o mercado global diante da chance de um calote. Há a possibilidade de que esta seja a última temporada da equipe – ao menos sob o nome da Evergrande. Os atletas e funcionários, desta forma, têm futuro incerto.
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Globo Esporte
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