O uso de máscaras faciais é a medida não farmacológica mais importante na prevenção da disseminação do coronavírus (SARS-CoV-2), causador da Covid-19. Porém,

Redação Publicado em 15/09/2021, às 00h00 - Atualizado às 15h10
O uso de máscaras faciais é a medida não farmacológica mais importante na prevenção da disseminação do coronavírus (SARS-CoV-2), causador da Covid-19. Porém, por incrível que pareça, existe resistência à sua utilização e com os argumentos mais disparatados. E a utilização durante a prática de exercícios físicos talvez seja um dos momentos onde as sensações de desconforto realmente apareçam com o uso do dispositivo, e por isso são mais sentidas e trazem mais dificuldade de utilização.

No estudo, a temperatura corporal e a frequência cardíaca subiram durante o exercício, como esperado, mas o mais importante: sem diferenças nos grupos com ou sem as máscaras — Foto: Istock Getty Images
Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, resolveram avaliar os efeitos fisiológicos do uso da máscara durante os treinos, documentando aspectos subjetivos e ao mesmo tempo medindo parâmetros fisiológicos. Os 20 voluntários, jovens (idade média de 24 anos) e saudáveis, foram submetidos a um protocolo de treinos aeróbicos no qual por uma hora fizeram quatro séries de exercícios com máscaras faciais e uma série sem a máscara.
O treino consistia em andar e correr em ritmos que levassem a um VO2 máximo de 35 a 60%, a 32 graus de temperatura ambiente, e 54% de umidade relativa do ar. Um dia típico de calor tropical. Durante a prática, eram registradas a temperatura corporal interna dos participantes, frequência cardíaca e dados do microambiente da máscara, temperatura e umidade relativa nas faces interna e externa da máscara. Além disso, eram registradas as sensações dos participantes, com esforço percebido, sensação térmica, sede, níveis de fadiga e desconforto respiratório.
A temperatura corporal e a frequência cardíaca subiram durante o exercício, como esperado, mas o mais importante: sem diferenças nos grupos com ou sem as máscaras.
Nas variáveis de esforço percebido, sede e fadiga sentidos pelos voluntários, também não existiram diferenças nas séries com e sem máscara. Somente o desconforto respiratório foi anotado quando o dispositivo era usado.
A conclusão é de que usar máscaras faciais durante o exercício de baixa e de moderada intensidades, mesmo em ambientes com temperaturas elevadas, não traz alterações fisiológicas para a frequência cardíaca ou temperatura corporal; ou seja, não altera o estresse de calor sofrido pelo organismo, apesar do desconforto respiratório.
* As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do ge / Eu Atleta.
.
.
.
Globo Esporte

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

Relembre a Lei Mariana Ferrer, criada após revolta com audiência do caso

Caso Palmeiras: Laudo do IML não aponta lesões corporais, mas Polícia Civil mantém investigação de suposto abuso infantil

Silvia Abravanel anuncia pré-candidatura e disputa vaga na Câmara pelo PSD

Incêndio destrói galpão de distribuidora de autopeças na Lapa, em São Paulo

Negociações climáticas em Bonn encerram etapa sem texto final aprovado

Gilmar critica atuação de Mendonça em tratativas de delação de Vorcaro e vê semelhanças com a Lava Jato

Influenciador relata ter sido retirado de campanhas publicitárias por causa da deficiência: “Disseram que eu causaria constrangimento”

Anvisa aprova primeiro remédio não hormonal contra ondas de calor da menopausa

Polícia estoura canil clandestino na Zona Leste de SP e resgata mais de cem felinos de raça