Confederação confirma permanência do treinador italiano após avaliações positivas do primeiro ciclo à frente da Seleção Brasileira

Redação Publicado em 14/05/2026, às 15h21
A Confederação Brasileira de Futebol renovou o contrato de Carlo Ancelotti com a Seleção Brasileira até 2030, garantindo sua liderança durante o próximo ciclo, que inclui a Copa do Mundo de 2026.
Desde que assumiu em maio de 2025, Ancelotti obteve cinco vitórias, dois empates e três derrotas em dez partidas, promovendo uma reformulação técnica e buscando recolocar o Brasil entre as potências do futebol mundial.
A CBF considera a renovação um passo crucial para fortalecer a estrutura esportiva e manter a competitividade da Seleção, com a estreia no Mundial marcada para 13 de junho de 2026 contra o Marrocos.
A Confederação Brasileira de Futebol anunciou nesta quinta-feira (14) a renovação do contrato de Carlo Ancelotti com a Seleção Brasileira até 2030. O novo acordo amplia a permanência do técnico italiano por mais um ciclo completo, incluindo a disputa da próxima Copa do Mundo.
Ancelotti assumiu o comando da equipe nacional em maio de 2025 e, desde então, passou a liderar o processo de reformulação técnica da Seleção. A renovação acontece poucos dias antes da divulgação da lista definitiva de convocados para o Mundial de 2026.
Em comunicado divulgado pela CBF, o treinador afirmou que pretende dar continuidade ao projeto iniciado no último ano e destacou a relação construída com o futebol brasileiro desde sua chegada ao país. Segundo Ancelotti, o objetivo segue sendo recolocar o Brasil entre as principais potências do cenário internacional.
A diretoria da entidade considera que o trabalho desenvolvido até aqui trouxe maior estabilidade à equipe e elevou a competitividade da Seleção para a disputa da próxima Copa do Mundo. O presidente da CBF, Samir Xaud, classificou a renovação como um passo importante para fortalecer a estrutura esportiva da confederação e manter o país em alto nível no futebol mundial.
Desde que assumiu a Seleção, Ancelotti comandou o Brasil em dez partidas, acumulando cinco vitórias, dois empates e três derrotas. No período, a equipe marcou 18 gols e sofreu oito.
Nos bastidores, a permanência do treinador já era tratada como prioridade pela cúpula da CBF desde o início deste ano. As negociações avançaram após sucessivas conversas entre as partes, consideradas positivas e sem impasses significativos.
O novo vínculo mantém condições semelhantes às do contrato anterior, incluindo salário entre os mais altos do futebol de seleções e premiações por conquistas esportivas. A avaliação interna é de que o treinador conseguiu reorganizar o ambiente da equipe e recuperar a confiança em torno do projeto esportivo da Seleção.
O Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026 no dia 13 de junho, diante do Marrocos, em Nova Jersey. Depois, enfrenta o Haiti, na Filadélfia, e encerra a fase de grupos contra a Escócia, em Miami.
A edição de 2030 da Copa do Mundo será sediada por Portugal, Espanha e Marrocos, além de partidas comemorativas previstas em Argentina, Uruguai e Paraguai.
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