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Celebridades

Suposta filha de Freddie Mercury morre aos 48 anos

Identidade foi revelada em biografia publicada no ano passado

História dividiu fãs e reacendeu debates sobre a vida íntima do artista - Imagem: Reprodução/X
História dividiu fãs e reacendeu debates sobre a vida íntima do artista - Imagem: Reprodução/X

Gabriela Nogueira Publicado em 15/01/2026, às 13h52


A médica conhecida como "Bibi", cuja existência veio a público no ano passado como possível filha de Freddie Mercury, morreu aos 48 anos. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (15) após anos de tratamento contra um cordoma, tipo raro de câncer que atinge os ossos da coluna.

A história de Bibi ganhou repercussão internacional em maio de 2025, quando a escritora britânica Lesley-Ann Jones apresentou o relato na biografia Love, Freddie. O livro trouxe documentos, cartas e depoimentos que sustentariam a versão de que o vocalista do Queen teria tido uma filha mantida longe dos holofotes durante toda a vida.

Segundo informações divulgadas por familiares ao jornal britânico Daily Mail, Bibi morreu de forma tranquila após uma longa batalha contra a doença. Ela deixa dois filhos pequenos e o marido, Thomas, que acompanhou de perto o tratamento nos últimos anos.

A autora da biografia afirmou que mantinha uma relação próxima com Bibi desde que foi procurada para contar a história. Para Jones, a decisão de tornar o caso público partiu da própria médica, que queria registrar sua versão dos fatos antes de morrer. A escritora descreveu a perda como devastadora e disse que a mulher buscava apenas que sua trajetória fosse conhecida com respeito.

Freddie Mercury morreu em 1991, aos 45 anos, vítima de complicações causadas pela Aids. Ao longo das décadas, sua vida pessoal foi tema de inúmeras biografias, filmes e disputas públicas, mas a existência de uma possível filha nunca havia sido reconhecida oficialmente pelo círculo próximo do artista.

O caso dividiu fãs e especialistas desde que veio à tona, reacendendo debates sobre herança, privacidade e os limites entre memória pública e vida íntima de ídolos da música.


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