A advogada Fayda Belo afirmou que a dupla pode ser presa

Vitória Tedeschi Publicado em 31/05/2023, às 14h49
Kérollen e Nancy, duas influenciadoras que são mãe e filha, estão sendo acusadas de racismo após aparecerem em um vídeo dando uma banana e um macaco de pelúcia a crianças negras.
Elas são conhecidas por fazer trends em que perguntam para as crianças se elas preferem uma quantia em dinheiro ou um presente misterioso. Na ocasião, ao escolherem o presente, as crianças se deparam com uma banana e um macaco de pelúcia.
A primeira criança chega a mencionar que não gostou do "presente" e se mostra constrangida com a situação.
O vídeo, que foi excluído das redes sociais da dupla, foi resgatado pela advogada Fayda Belo na noite da última terça-feira (30). Ela afirmou que o caso é tratado como "discriminação e ridicularização de menores.
Além disso, ela ainda citou que a dupla pode ser penalizada por até quase oito anos de prisão. "O ECA diz que é inviolável a integridade moral do menor, bem como sua imagem deve ser preservada. Não pode sair por aí, usando imagem de criança".
Racismo não é entretenimento. Racismo é crime! Queremos que essas pessoas sejam responsabilizadas por esse ato cruel", escreveu ela na legenda, mencionando o Ministério Público do Rio de Janeiro e um link para uma denúncia.
View this post on Instagram
Leia também

Indicado por Orlando Morando à Faculdade de Direito é alvo do Gaeco por corrupção e lavagem de dinheiro

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

A Soberania Começa em Casa

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

PF aponta que ex-assessor ligado a irmão de Carla Zambelli financiou avião usado no transporte de cocaína

Enfermeira é morta a tiros pelo ex-namorado na Zona Sul de SP

Governo mira a própria militância e ignora os interesses estratégicos do Brasil

VÍDEO: Homem tenta estuprar nutricionista dentro de apartamento na Grande São Paulo

Pagamento do Bolsa Família em junho já tem data marcada; veja calendário

Alcolumbre reage a pressão por CPMI do Banco Master: "Palanque eleitoral"