
Lele Abdala Publicado em 13/10/2025, às 08h00
Você já percebeu que, depois de assistir a um filme de terror, a energia da casa parece diferente? O ambiente fica mais pesado, o sono mais agitado, a mente mais inquieta. Isso não é coincidência — é física vibracional. Tudo o que consumimos com atenção abre portas dentro e fora de nós. E os filmes de terror são, muitas vezes, portais que não sabemos estar abrindo.
Cada emoção tem uma frequência. Medo, raiva e pânico vibram em escalas baixas, enquanto amor e gratidão estão no topo. Quando você mergulha por duas horas em uma narrativa de violência, ódio e sofrimento, seu corpo não “finge” sentir medo: ele sente de verdade. O sistema nervoso ativa respostas primitivas, o campo energético se contrai e a vibração geral cai. Nesse estado, você se torna compatível com formas densas de energia que antes não tinham permissão para se aproximar.
Ao assistir filmes de terror, você acessa conteúdos profundos do inconsciente — e isso pode ser transformador se houver intenção de cura. O problema é que a maioria consome esse conteúdo como entretenimento, sem proteção energética, sem ritual de fechamento, abrindo portais emocionais e psíquicos que permanecem ativos mesmo depois que a tela apaga.
A polêmica é essa: um filme de terror não termina nos créditos. As imagens continuam ecoando no campo vibracional, egrégoras criadas pelo medo coletivo se ancoram em ambientes e pessoas, alimentando-se da atenção emocional. É por isso que muitas crianças têm pesadelos, muitos adultos dormem mal ou sentem presenças após esse tipo de conteúdo, o portal foi aberto, mas não foi fechado.
Isso não significa viver com medo, mas sim entender a responsabilidade energética do que consumimos. Antes de assistir, pergunte-se: “Estou com meu campo fortalecido?” Após assistir, faça um fechamento simples: respire profundamente, visualize luz dourada ao seu redor e diga mentalmente: “Eu revogo toda energia densa que não me pertence e encerro qualquer portal aberto por esta experiência.”
🌿 Reflexão:
“Tudo aquilo que recebe a minha atenção recebe também a minha energia.”
💬 Agora é com você:
Quantos portais você tem aberto sem perceber, apenas com o que assiste?
E se a energia densa que você sente em casa não for “azar” ou “sensação”, mas simplesmente o resultado daquilo que consome?
Nos vemos na próxima coluna.
Com consciência e luz,
Lele Abdala
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