Três integrantes do grupo foram identificados e são alvos dos mandados de prisão temporária
William Oliveira Publicado em 04/12/2024, às 11h41
Na manhã desta quarta-feira (4), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Infectus, voltada para desmantelar uma suposta rede criminosa dedicada ao tráfico de armas, munições e entorpecentes no entorno do Distrito Federal. A ação teve início após um incidente ocorrido em 22 de março de 2023, quando o principal alvo da operação foi detido pela Polícia Militar do Distrito Federal ao tentar passar uma nota falsa de R$ 200 durante um evento no Estádio Mané Garrincha.
A ofensiva da Polícia Federal visa cumprir três mandados de prisão e quatro de busca e apreensão na cidade de Luziânia, Goiás. Essas ordens foram emitidas pela 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça local. As investigações revelaram que o suspeito desempenharia um papel central no tráfico de armamentos e drogas, além de atuar como intermediário no abastecimento do mercado ilícito na região, incluindo munições e armas de uso restrito.
As autoridades identificaram que o investigado está possivelmente no epicentro de uma associação criminosa composta por outros seis suspeitos, todos residentes em Luziânia. O grupo possui um histórico de antecedentes criminais variados.
O inquérito policial apontou exigências específicas dos compradores, como a rejeição de armas sem suporte para lanternas e miras a laser. Reclamações também foram registradas sobre armamentos que falharam durante a execução de crimes.
Três integrantes do grupo foram identificados e são alvos dos mandados de prisão temporária. Eles enfrentam acusações principalmente relacionadas ao tráfico de armas e drogas, além de associação criminosa, com penas que podem ultrapassar 34 anos de reclusão.