Indicação ao STF ainda depende de leitura em plenário e sabatina na CCJ
Redação Publicado em 07/04/2026, às 13h07
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem avaliado de forma positiva, nos bastidores, a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal. Segundo relatos de interlocutores, o senador acredita que o nome deve avançar com relativa tranquilidade na Casa.
A percepção favorável não se restringe ao comando do Senado. Parlamentares de diferentes blocos políticos, incluindo integrantes da base governista e de partidos de oposição, também avaliam que há ambiente para aprovação.
Apesar do cenário considerado estável, ainda não há definição sobre quando a indicação será formalmente apresentada em plenário. Esse é o primeiro passo do rito, que destrava a análise na Comissão de Constituição e Justiça.
Após a leitura, caberá ao presidente da CCJ, Otto Alencar, marcar a sabatina. Somente depois dessa etapa o nome segue para votação no colegiado e, posteriormente, ao plenário do Senado.
O envio da indicação ocorreu após articulações políticas conduzidas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que recebeu sinalizações de melhora no apoio ao nome dentro da Casa.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem avaliado de forma positiva, nos bastidores, a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal. Segundo relatos de interlocutores, o senador acredita que o nome deve avançar com relativa tranquilidade na Casa.
A percepção favorável não se restringe ao comando do Senado. Parlamentares de diferentes blocos políticos, incluindo integrantes da base governista e de partidos de oposição, também avaliam que há ambiente para aprovação.
Apesar do cenário considerado estável, ainda não há definição sobre quando a indicação será formalmente apresentada em plenário. Esse é o primeiro passo do rito, que destrava a análise na Comissão de Constituição e Justiça.
Após a leitura, caberá ao presidente da CCJ, Otto Alencar, marcar a sabatina. Somente depois dessa etapa o nome segue para votação no colegiado e, posteriormente, ao plenário do Senado.
O envio da indicação ocorreu após articulações políticas conduzidas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que recebeu sinalizações de melhora no apoio ao nome dentro da Casa.