Juliana Marins foi localizada a 500 metros abaixo do penhasco no Monte Rinjani, Indonésia
Gabriela Thier Publicado em 23/06/2025, às 19h23
A busca pela brasileira Juliana Marins, que sofreu uma queda em um penhasco durante uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, Indonésia, foi reativada nesta segunda-feira (23), conforme informou a família. Representantes da diplomacia brasileira na Indonésia comunicaram que as operações de resgate começaram novamente na manhã local, utilizando um drone térmico para auxiliar nas buscas.
De acordo com o Parque Nacional do Monte Rinjani, Juliana foi avistada às 6h30 desta segunda-feira (horário local), aproximadamente 500 metros abaixo do penhasco onde caiu. O resgate dela havia sido interrompido no dia anterior, devido a condições climáticas adversas na região montanhosa.
Mariana Marins, irmã de Juliana, compartilhou informações sobre o caso em sua conta no Instagram, ressaltando os desafios enfrentados pelos socorristas. Ela descreveu o ambiente de alta montanha como severo, com diversos obstáculos naturais que dificultam o acesso aéreo, inclusive para helicópteros e drones.
O embaixador que se reuniu com a família explicou que os drones térmicos utilizados nas buscas são projetados para detectar o calor corporal, convertendo radiação infravermelha em imagens visíveis. Essa tecnologia permite identificar variações de temperatura que não são percebidas a olho nu, oferecendo uma vantagem crucial em operações de resgate em terrenos difíceis.
O Parque Nacional do Monte Rinjani confirmou que os socorristas foram capazes de localizar Juliana imóvel através das imagens capturadas pelos drones. A localização precisa dela foi descrita como estando a 500 metros abaixo do desfiladeiro.