Caso Chocante

Auxiliar de enfermagem é preso suspeito de furtar restos humanos e consumi-los na Hungria

Investigação encontrou crânios, ossos e partes de corpos na casa do suspeito, que confessou à polícia ter preparado alimentos com restos mortais.

Polícia da Hungria encontrou restos humanos e materiais suspeitos na residência de auxiliar de enfermagem preso em Budapeste. - Imagem: Divulgação / Polícia da Hungria

Redação Publicado em 25/06/2026, às 10h39

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Um auxiliar de enfermagem de 30 anos foi preso em Budapeste, na Hungria, suspeito de furtar restos humanos de um hospital e de cemitérios e, segundo a polícia, admitir o consumo de partes dos corpos. O caso, divulgado pelas autoridades locais, é investigado como uso ilegal de restos humanos e vilipêndio de cadáver.

A prisão ocorreu após denúncias que levantaram suspeitas sobre o comportamento do profissional, que trabalhava em uma unidade hospitalar e era responsável pelo transporte de pacientes. Durante a investigação, agentes realizaram uma busca na residência do suspeito e encontraram uma série de itens classificados como macabros pelas autoridades.

No local, foram apreendidos crânios humanos, ossos armazenados em malas, uma mão, uma perna, além de um rosto humano preservado com aparente reconstrução de tecido. Também foi encontrado um frasco contendo um coração, que será submetido a perícia para determinar sua origem.

A polícia também recolheu equipamentos eletrônicos, como celulares e computadores, que serão analisados para identificar a extensão da conduta e possíveis registros do material apreendido.

Em depoimento, o suspeito confessou ter fascínio por partes do corpo humano e afirmou que chegou a preparar e consumir restos mortais. Segundo investigadores, ele também compartilhava com pessoas próximas detalhes sobre o comportamento e registrava imagens da coleção mantida em casa.

Parte dos materiais teria sido retirada do hospital onde ele trabalhava. Outros, segundo a investigação, podem ter sido desenterrados de cemitérios na Hungria e na Eslováquia.

O caso segue sob investigação das autoridades húngaras, e o suspeito permanece em prisão preventiva. As acusações podem ser ampliadas conforme o avanço das perícias e a identificação da origem completa dos restos encontrados.

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