Uma carta atribuída à modelo assassinada em 2010 traz detalhes sobre sua morte e o destino de seu corpo
Manoela Cardozo Publicado em 30/04/2025, às 15h40
Uma carta psicografada atribuída à modelo Eliza Samudio, assassinada em 2010, ganhou notoriedade nas redes sociais e reacendeu discussões sobre o caso que, até hoje, permanece envolto em mistérios. O conteúdo foi divulgado recentemente por um canal no YouTube chamado “O Espiritualista” e apresenta uma mensagem comovente, supostamente transmitida por meio de um médium. No texto, Eliza descreveria com riqueza de detalhes o momento de sua morte e revelaria onde seu corpo teria sido descartado.
De acordo com o canal, o relato teria sido recebido por um vidente e transcrito para o vídeo publicado no YouTube. O conteúdo da mensagem trouxe à tona emoções intensas e uma série de informações inéditas. “Foi cruel, foi horroroso. Eu tentava pedir socorro, mas ninguém me ouviu. Meu pescoço doía tanto, apertaram, até faltar oxigênio no meu corpo”, diz a carta atribuída à jovem, que era mãe do filho do goleiro Bruno Fernandes, atualmente condenado pelo crime.
A suposta carta psicografada ainda menciona a presença de uma terceira pessoa no momento do assassinato. “Mas, neste momento, meu espírito saiu imediatamente do corpo. Ficou perto de uma árvore de onde vi tudo o que fizeram comigo. De repente, veio um homem mal-encarado, de pele morena e camiseta vermelha. Naquele dia eu não sabia quem era ele”, diz o trecho revelado no vídeo.
Eliza também teria relatado que os envolvidos no crime demonstravam insegurança quanto ao que fazer com seu corpo. “Eu conseguia ver tudo o que faziam comigo, uma sensação que eles tinham de pavor, que não sabiam o que fazer. Pareciam endemoniados. Nunca imaginei do que fossem capazes. Um dizia para o outro como esconder o corpo…”, descreve a psicografia divulgada.
Ainda segundo a suposta comunicação espiritual, o destino do corpo de Eliza teria sido um rio. “Decidiram me jogar num rio, que lembro nitidamente, um rio fétido. Pegaram uma madeira com fiapos e me bateram muito, até que meu corpo ficasse no fundo. Eles tinham cara de apavorados, mas mesmo assim cometeram o crime. Eu vi tudo, senti tudo”, finaliza o texto.