Sérgio de Azevedo Redó Publicado em 28/04/2025, às 06h14
Desnecessário recordar que o Brasil se encontra em um elevado patamar, entre as dez maiores nações mais desenvolvidas do mundo.
Somos um país privilegiado por Deus, com abundantes riquezas minerais, pois nosso solo e subsolo são riquíssimos — vide o sucesso da indústria do agronegócio, que gera a oportunidade de obter três safras em um único ano, feito inédito para a agricultura mundial.
Detemos as maiores jazidas de nióbio, tântalo, titânio, além do grafeno, sendo esses minerais essenciais para a composição de equipamentos aeronáuticos, celulares, notebooks, além de sua utilização na indústria de alta tecnologia, contribuindo para o avanço global da nanotecnologia.
Nosso clima é fantástico, propiciando a oportunidade de sermos um dos melhores destinos turísticos do mundo, sem contar com a exuberante natureza da nossa flora e fauna, destacando a região Amazônica como o maior recurso de ecossistema do planeta.
Detemos 16,7% de toda a água mineral encontrada até hoje no globo terrestre.
A formação do nosso povo é miscigenada entre africanos, europeus, asiáticos e uma pequena parcela de indígenas, além de apresentarmos uma sociedade muito jovem, em condições de resistir por muitos anos ao envelhecimento acelerado que afeta o continente europeu.
Nossas lideranças políticas estão sendo renovadas ano após ano. No entanto, apesar do avanço das urnas eletrônicas, ainda são totalmente vulneráveis. Enquanto não for acoplado um simples sistema de voto impresso às urnas eletrônicas, garantindo a transparência e a possibilidade de recontagem dos votos ou de uma necessária auditoria eleitoral, não teremos a vontade soberana do eleitor plenamente respeitada e validada a cada eleição.
A unificação das eleições em uma única data, sugerindo a emblemática Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, permitiria que os brasileiros escolhessem seus candidatos — de vereador a presidente da República — em uma única ocasião, com mandatos de seis anos, sem direito à reeleição.
Isso evitaria solavancos e horríveis surpresas, como processos de impeachment ou cassações de mandatos, que frustram os milhões de eleitores brasileiros levados às urnas a cada dois anos.
Os senadores da República deveriam ter mandatos de seis anos, com direito à reeleição, para se constituírem como força de equilíbrio político entre o Governo e o Estado, servindo de mediadores em possíveis crises nacionais.
Surgiria ainda a figura do senador vitalício para todos os ex-presidentes da República, criando uma memória viva dos acertos e evitando os tropeços já praticados, sendo eles conselheiros do processo de estabilidade política no país.
Essas três medidas solidificariam todo o confuso processo eleitoral, e a prática dos mandatos de seis anos para todos os agentes políticos eleitos traria maior estabilidade política e institucional ao Brasil, permitindo-nos viver em uma sociedade mais harmônica e civilizada.
A atuação determinada do atual prefeito da Cidade de São Paulo transformou-o, hoje, na maior liderança política partidária no cenário nacional. Seu padrinho, o ex-presidente Michel Temer, com vasta e consumada experiência política, fez do empresário e jornalista Ricardo Nunes um fortíssimo candidato ao governo do Estado de São Paulo para o pleito de 2026.
Ainda neste cenário, contará com a força incondicional do responsável por sua reeleição à Prefeitura, o Governador Tarcísio Gomes de Freitas. Observando o andamento do cenário político, Tarcísio será o candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Messias Bolsonaro à Presidência da República — caso Bolsonaro não consiga se livrar das ações judiciais no STF.
A análise aponta que o Brasil é um país majoritariamente cristão, e a enorme massa de evangélicos será um divisor de águas nas eleições de 2026.
O PSD consolidou-se como o maior partido político do Brasil, com mais de 891 candidatos eleitos, governando cinco capitais — Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Luís — o que representa 37,3 milhões de brasileiros sob a liderança do engenheiro Gilberto Kassab.
O ex-presidente Michel Temer, um dos maiores articuladores políticos do país, ainda possui forte influência, vindo logo atrás com 35,6 milhões de brasileiros votando em gestores emedebistas.
O Partido dos Trabalhadores (PT), que liderou o país por anos, derreteu nas últimas eleições municipais, conquistando apenas 5% dos eleitores, ou seja, cerca de 10,5 milhões de brasileiros.
O Brasil, com seus novos quadros políticos, como os governadores Ratinho Jr. (Paraná), Romeu Zema (Minas Gerais), Helder Barbalho (Pará), Ronaldo Caiado (Goiás), Ibaneis Rocha (Distrito Federal), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Raquel Lyra (Pernambuco), renova as esperanças de se tornar uma nação mais competitiva e meritocrática, respirando as liberdades de expressão e de informação baseadas na realidade dos fatos, com comunicação social livre e sem narrativas politizadas.
Assim, o Brasil voltaria a ser uma nação única, de todos os brasileiros, sem preconceitos ou sectarismos revanchistas de qualquer lado.
Com esses fundamentos aplicados ao sistema de governança brasileiro, nosso crescimento será exponencial. Em meio à guerra de tarifas e interesses geoestratégicos e políticos entre as duas maiores potências mundiais — EUA e China — seremos os principais beneficiados, se soubermos fazer a lição de casa, especialmente nas indústrias do agronegócio e do turismo.
Agora, é torcer para que o "sim" do nosso coração seja maior que o "não" do mundo.
Pense nisso!