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3 mil mortes por Covid em Ribeirão Preto, SP: quais os rumos da pandemia na cidade?

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3 mil mortes por Covid em Ribeirão Preto, SP: quais os rumos da pandemia na cidade?

Infectologista ouvido pelo g1 destaca melhora no cenário, mas pede manutenção dos cuidados nos próximos meses. Marca foi alcançada 193 dias após a segunda milhar, indicando desaceleração do índice em relação a quando cidade chegou a 2 mil óbitos.

Em 193 dias, mais mil mortes por Covid-19 foram registradas em Ribeirão Preto (SP), deixando a cidade com 3 mil óbitos desde o início da pandemia, em março de 2020.

O tempo é maior do que quando a cidade passou de mil para 2 mil óbitos, entre 15 de janeiro de 2021 e 17 de maio. Na ocasião, 122 dias separaram as marcas.

O intervalo só não ultrapassa o período entre a primeira e a milésima morte, que demorou 297 dias, entre 26 de março de 2020 e 15 de janeiro.

A nova milhar é atingida em meio a um cenário de avanço na vacinação e nas flexibilizações das atividades econômicas. Há confirmação, por exemplo, de grandes shows nas cidades nos próximos meses e até a realização de festas de Carnaval.

O g1 ouviu o infectologista Valdes Bolela, do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HC-RP) para analisar o cenário da pandemia na cidade de agora em diante.

Na visão dele, até o momento, Ribeirão Preto teve atuação positiva nas ações de combate ao vírus. O médico afirma que a cidade é uma das que impuseram medidas restritivas mais rapidamente nos piores momentos da pandemia e, por isso, conseguiu evitar que os números fossem piores.

“A minha impressão é de que Ribeirão Preto teve uma ação que foi boa ou muito boa. Foi sempre uma briga do pessoal que queria abrir, retomar tudo, e o município estava mais para fechado do que aberto. Imagino que Ribeirão Preto deva ter um desempenho ou na média ou melhor do que a média nacional.”

 

Aprendizado e alerta

 

Ao analisar o momento atual, com indicadores em queda, Valdes reforça que é hora de a população colocar em prática o aprendizado adquirido ao longo dos quase dois anos de pandemia.

Mesmo levando em consideração as diferenças de contexto, principalmente com a chegada das vacinas, ele faz uma comparação com o fim de 2020 e começo de 2021, quando os números também estavam caindo, mas voltaram a subir após as festas de fim de ano.

Outro ponto de atenção é com o surgimento de novas variantes. Nesta sexta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a B.1.1.529, originalmente descoberta na África do Sul e que recebeu o nome “omicron”, como uma “variante de preocupação” por ter muitas mutações.

Para evitar um novo repique de casos, o profissional destaca a importância de as pessoas completarem o esquema vacinal. Apenas no estado de São Paulo, mais de 4 milhões de moradores estão com a segunda dose em atraso.

“De novo estamos com a sensação de que o problema já acabou, sensação da sociedade de modo geral. Realmente, mudou muito porque tem vacina, só que tem muitas pessoas não vacinadas, seja porque a faixa etária ainda não está contemplada, seja porque as pessoas não foram buscar seu esquema de vacinação parcial ou completo. Essas pessoas, se infectadas, vão transmitindo a doença. Eventualmente, você pode ter alguma mutação ou um vírus diferente que pode levar a quadros mais graves.”

Com cada vez mais flexibilizações acontecendo e eventos sendo novamente realizados, os comportamentos de cada um podem definir os rumos que a pandemia tomará nos próximos meses, alerta Bolela.

“É natural que aconteçam [as flexibilizações]. A questão é como eu me comporto. Flexibilização não é para você fazer uma reunião com 300 pessoas, com todo mundo colado e sem máscara. Toda vez que ocorre algum tipo de flexibilização, está ocorrendo de maneira programada e com algum tipo de regramento. Isso não é algo facilmente controlável. Se as pessoas acharem que está tudo bem, elas podem abrir mão de toda proteção, o que coloca em risco a piora no contexto da pandemia”, finaliza.

 

Adiado em 2021 em função da pandemia, Bloco Califórnia está programado para voltar a acontecer em fevereiro de 2022 em Ribeirão Preto, SP — Foto: Divulgação

Adiado em 2021 em função da pandemia, Bloco Califórnia está programado para voltar a acontecer em fevereiro de 2022 em Ribeirão Preto, SP — Foto: Divulgação

Vacinação em Ribeirão Preto

 

Dados do Vacinômetro do governo estadual apontam que, até sexta, Ribeirão Preto já havia aplicado a primeira dose da vacina em 552.770 pessoas (78,6% da população). Do total de moradores, 518.578 estão completamente imunizadas (73,74%), seja com a segunda ou a dose única.

Além disso, a cidade aplicou a dose de reforço em 75.113 pessoas, 10,68% do total. Nas últimas semanas, ao seguir orientações do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde, Ribeirão começou a oferecer a vacina a todos os adultos que tenham recebido a segunda dose há pelo menos cinco meses.

A estratégia de campanha, adotada para evitar uma nova onda da doença como em alguns países da Europa, é vista como algo bastante positivo por Bolela e justifica a desaceleração no intervalo entre a nova milhar de óbitos.

“Quando a gente viveu o pior momento da segunda onda, a vacinação estava só começando. Pouquíssimas pessoas estavam vacinadas. Agora, do meio do ano para a frente, você tem praticamente 60% da população com a vacinação completa. Isso afeta diretamente a transmissão do vírus. Afeta positivamente para nós e negativamente para o vírus.”

 

Vacinação contra a Covid-19 avança em Ribeirão Preto — Foto: Alexandre de Azevedo/Prefeitura de Ribeirão Preto

Vacinação contra a Covid-19 avança em Ribeirão Preto — Foto: Alexandre de Azevedo/Prefeitura de Ribeirão Preto

Vacina aos mais novos

 

Na visão do infectologista, assim como é importante reforçar a proteção dos adultos, também é preciso iniciar a vacinação das crianças no instante em que algum imunizante obtiver autorização para ser aplicado no grupo.

No dia 12 de novembro, a farmacêutica Pfizer entrou com o pedido de autorização na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que a vacina contra a Covid-19 possa ser aplicada em crianças com idades entre 5 e 11 anos.

Desde então, a reguladora brasileira realiza uma análise técnica sobre o assunto e tem o prazo de 30 dias para a avaliação do pedido.

Diante de um cenário onde há relatos inclusive de sobras de vacina em alguns locais do país, Valdes Bolela acredita que será possível vacinar todos os grupos simultaneamente em caso de aprovação da Anvisa.

“Todo mundo precisa ter tido uma vacinação. Se fosse eu que tivesse de escolher [entre priorizar um ou outro], eu escolheria a vacinação dos grupos mais jovens e, na sequência, faria o reforço dos grupos com mais idades. Mas o que percebi é que não está faltando vacina, não. Tem risco é de perder vacina. Isso não é um dilema”.

 

Infectologista defende vacinação contra a Covid aos mais novos — Foto: Vanderlei Duarte/EPTV

Infectologista defende vacinação contra a Covid aos mais novos — Foto: Vanderlei Duarte/EPTV

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G1

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