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Dia a Dia

The Kooks comenta aniversário de 15 anos do álbum de estreia: ‘Fomos clichês por muito tempo’

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“Meus amigos estavam todos andando de skate, enquanto eu ia em festas glamorosas em Londres fingindo ser um adulto”. É assim que Hugh Harris, guitarrista do The Kooks, se lembra da vida aos 18 anos, quando eles lançaram “Inside In/Inside Out” em 2006.

O álbum de estreia da banda britânica foi um sucesso imediato, com hits como “Ooh La”, “Naive” e “Seaside”.

A pandemia atrasou um pouco a turnê de comemoração dos 15 anos do disco no ano passado, mas os fãs brasileiros vão ouvir as músicas que definiram a carreira do grupo em São Paulo, na próxima sexta (20), e no Mita Festival, no Rio de Janeiro, no sábado (21).

O festival também aconteceu em São Paulo no último final de semana, mas sem a banda no line-up. O show de Gilberto Gil com a família e o do Gorillaz foram destaques.

Para o guitarrista, o álbum deu ao The Kooks uma base de fãs sólida, que permitiu que eles seguissem fazendo o som que quisessem, embora tenham se consolidado como representantes do britpop.

Luke Pritchard, vocalista e guitarrista da banda britânica The Kooks, durante show no Citibank Hall, na Zona Sul de São Paulo em 2016. Ao fundo, o guitarrista Hugh Harris — Foto: Fábio Tito/G1

Luke Pritchard, vocalista e guitarrista da banda britânica The Kooks, durante show no Citibank Hall, na Zona Sul de São Paulo em 2016. Ao fundo, o guitarrista Hugh Harris — Foto: Fábio Tito/G1

“O álbum é muito mainstream, é muito pop, mas o DNA não. Ele tem raízes da música alternativa, é punk. O mood é punk rock, as melodias são pop, os solos de guitarras são como uma banda de metal dos anos 80, com baixo funkeado”, diz Harris, em entrevista.

“‘Inside In/Inside Out’ foi o trampolim para fazer o que quiséssemos. Se você tem um álbum de sucesso, pouco definido por um gênero só, você tem acesso a todos os gêneros”, explica ele.

Mas, o sucesso, na verdade, não foi bem recebido pelo guitarrista na época, que não lidava bem com aquela confusão de shows, festas.

Ele diz que demorou alguns anos até entender o que estava acontecendo. O contrato com a gravadora foi assinado quando ele tinha aos 16 anos.

“Eu realmente não tinha me encontrado completamente, não estava interessado. Era como um personagem, mas é difícil manter isso quando você não se conhece mesmo”.

“Era um estilo de vida de rock and roll e fomos muito clichês por um longo tempo. Naquele tempo era meio aceitável fazer coisas clichês como uma banda de rock, mas hoje não cola muito”.

 

‘Miragem’ e festa agitada no Brasil

 

A banda britânica The Kooks se apresenta em show no Citibank Hall, na Zona Sul de São Paulo, em 2016 — Foto: Fábio Tito/G1

A banda britânica The Kooks se apresenta em show no Citibank Hall, na Zona Sul de São Paulo, em 2016 — Foto: Fábio Tito/G1

Não é novidade que a conexão dos artistas, especialmente internacionais, com os fãs brasileiros é intensa. Com o The Kooks, não seria diferente.

Harris descreve o país como um “palácio de ouro” e uma “miragem” para qualquer banda. “Está sempre no topo da nossa lista de lugares para ir por muitas razões”.

A última vez do The Kooks no Brasil foi em 2018, mas eles já tocaram aqui outras quatro vezes, incluindo o Lollapalooza 2015.

Ele conta um episódio peculiar em uma das vindas, sem lembrar exatamente o ano. Era o after de uma festa que terminou em uma praia do Rio de Janeiro.

“Eram só algumas caipirinhas, mas viraram várias caipirinhas e a praia virou uma rave. Shots aparecendo, aquela coisa. Olhei para Alexis, nosso baterista, e falei que seria hilário se a gente fosse mergulhar”.

A banda inglesa The Kooks se apresenta no palco Onix do Lollapalooza — Foto: Marcelo Brandt/G1

A banda inglesa The Kooks se apresenta no palco Onix do Lollapalooza — Foto: Marcelo Brandt/G1

Eles foram e, pouco tempo, depois repararam que o som tinha parado e todo mundo estava na areia falando para eles saírem rápido do mar.

“Aparentemente alguém morreu lá, porque era muito agitado mesmo. A gente tentou sair, mas foi difícil. Quando conseguimos, eles nos falaram que éramos muito sortudos, porque era muito perigoso”, lembra.

“Passado o susto, a festa recomeçou e continuou quente”, diz. Ele espera novas histórias no Brasil dessa vez, mas sem tanto perigo por perto.

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G1

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