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Testemunha relata em SP o que ouviu durante agressões ao jogador Daniel

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Testemunha relata em SP o que ouviu durante agressões ao jogador Daniel

Rapaz diz que viu atleta apanhar em casa no PR e escutou de agressor: ‘Mexer com mulher de bandido vai morrer!’ Com medo de ameaça, ele veio a SP e pede para ser testemunha protegida.

Um rapaz apontado pela polícia do Paraná como testemunha-chave do caso da morte do jogador de futebol Daniel Corrêa de Freitas deu uma declaração à imprensa no escritório de seu advogado na capital de São Paulo nesta quinta-feira (1º) . Ele relatou ter visto o atleta ser agredido por quatro homens durante festa de aniversário de uma garota numa casa em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, no último sábado (27 de outubro).

O corpo de Daniel foi encontrado esfaqueado e com sinais de mutilação naquele mesmo dia num matagal da cidade. A vítima tinha 24 anos, era jogador do São Paulo e atualmente estava emprestado ao São Bento de Sorocaba, no interior paulista.

A Polícia Civil investiga se ele foi assassinado porque teria tentado estuprar a mãe da aniversariante enquanto ela dormia. O pai da jovem, o empresário Edison Brittes Júnior, de 38 anos, a filha dele, Alana Brittes, de 18, e a mulher, Cristina Brittes, foram presos entre quarta-feira (31 de outubro) e esta manhã suspeitos de participação no crime. Outros três homens, amigos da família, são investigados.

A testemunha, que na quarta-feira prestou depoimento à polícia paranaense, só aceitou falar nesta manhã com a imprensa paulista desde que seu rosto e nome não fossem divulgados. Ele também pediu para os jornalistas distorcerem sua voz na gravação.

“Passados uns dez minutos ouvi muita gritaria pedindo socorro para que acudisse, para que não acontecesse uma tragédia. Nisso eu fui pela janela pelo lado de fora e avistei o que estava acontecendo. O rapaz que veio a óbito estava sendo enforcado, apanhando muito muito. Nisso entraram mais dois rapazes e ajudaram a bater nele”, contou a testemunha sobre o que disse ter visto e escutado do grupo que agredia o atleta.

Segundo ele, Daniel estava de cuecas e camiseta na cama da mulher do agressor. “Depois entrou mais um no quarto, arrancaram ele do quarto já bem machucado, bem debilitado. Jogaram ele um pouquinho para fora da garagem e continuaram a espancar ele. Falaram palavras de baixo calão. E um deles disse: ‘Mexeu com mulher de bandido, vai morrer”, disse o jovem.

A testemunha contou que só foi ver o que estava acontecendo no quarto após ouvir a mulher pedir socorro para evitar uma “tragédia”, que para ele seria o fato de o marido querer matar Daniel.

“Eu tentei acudir para impedir a tragédia, mas não tem o que fazer. No momento que eu tento separar, o rapaz em questão [o empresário] olha pra mim e fala: sai daqui seu cuzão. Você não me ajudou. Você vai ser o próximo”, falou o rapaz sobre o que alega ter escutado.

Segundo Jacob Filho, advogado da testemunha, o rapaz deixou o Paraná e veio à São Paulo porque passou a temer pela própria vida após ser ameaçado pelos agressores do jogador. “Já pedi a polícia de lá para colocar ele no programa de proteção à testemunha, mas ainda não tiver um retorno”, falou Jacob.

Assassinado no fim de semana, Daniel jogou no São Paulo — Foto: Reprodução: Rubens Chiri/saopaulofc.net

Assassinado no fim de semana, Daniel jogou no São Paulo — Foto: Reprodução: Rubens Chiri/saopaulofc.net

Festa de aniversário

A testemunha contou à polícia e aos jornalistas que no sábado passado estava em uma casa noturna em Curitiba, na festa da filha do empresário, que comemorava 18 anos. O homem teria convidado um grupo de jovens a irem continuar a comemoração na casa deles em São José dos Pinhais.

Segundo a testemunha, Daniel apareceu e foi junto com mais pessoas em um carro de aplicativo. Mas chegando a casa da aniversariante e do pai e da mãe dela, o atleta sumiu. No local estariam cerca de 12 pessoas.

“Ficamos lá bebendo mais, comemorando mais. O pai dela tinha chamado para fazer esse after lá. Passou um tempo o rapaz em questão sumiu do lugar. Saiu dali. Não sei por qual motivo o pai dela e o menino entraram na residência”, disse o rapaz, que chegou a se emocionar durante a declaração à imprensa.

Advogado Jacob Filho, que defende os interesses de uma testemunha, fala aos jornalistas em São Paulo sobre caso do jogador Daniel — Foto: Kleber Tomaz/G1

Advogado Jacob Filho, que defende os interesses de uma testemunha, fala aos jornalistas em São Paulo sobre caso do jogador Daniel — Foto: Kleber Tomaz/G1

Após ter presenciado as agressões contra Daniel, a testemunha falou que a amiga dele, que também estava na casa, viu o pai da aniversariante sair com uma faca na mão. O jogador teria sido colocado no porta-malas de um carro.

Ainda de acordo com o rapaz, após deixarem a casa, eles passaram a receber mensagens e ligações das pessoas e dos donos da residência pedindo para conversarem. “A partir daí começamos a receber ligações mensagens para que nos encontrar sim, pedindo para conversar”, relatou a testemunha.

O jovem soube que houve um encontro entre os donos da casa e outras testemunhas no qual o dono da residência falou que elas deveriam dizer o seguinte a polícia:

“Passaram uma história de que o rapaz tinha chegado na residência, ficado de canto, mexendo no celular e a porta estava aberta e ele simplesmente saiu e ninguém viu. Para onde foi. Mas não foi assim”, contou a testemunha.

Preso suspeito pela morte do ex-jogador do São Paulo, Daniel Corrêa de Freitas

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O que diz a defesa

Segundo o advogado Cláudio Delladone, que defende a família Brittes, o empresário reagiu por que a mulher dele gritou por socorro após Daniel tentar estuprá-la.

No inquérito policial do caso constam fotos do jogador ao lado de uma mulher aparentemente dormindo e mensagens enviadas no sábado para amigos nas quais ele diz que estava na cama com a mãe da aniversariante.

“Trata-se de um pai de família que se viu na contingência de ter que reagir a um estupro que estava ocorrendo contra a mulher dele. A mulher gritou por socorro. Ele arrombou a porta, e esse indivíduo estava em cima da mulher dele tentando estuprar essa mulher”, afirmou o advogado Cláudio.

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