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Política

TCU contradiz declaração de Edinho sobre depoimento à PF determinado por Barroso

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TCU contradiz declaração de Edinho sobre depoimento à PF determinado por Barroso

Edinho ressalta que o decreto que supostamente teria beneficiado a empresa Rodrimar é do ano de 2017, época em que ele já era prefeito de São José do Rio Preto

O acórdão do Tribunal de Contas da União, assinado pela ministra Anna Arraes, a mesma que determinou investigação para apurar as circunstâncias em que Edinho Araújo renovou e unificou os contratos do Grupo Libra, coloca em xeque as declarações de Edinho Araújo, que através da assessoria, no dia 29 de março deste ano, quando foi levado  à Polícia Federal, disse que os fatos sobre os quais foi inquirido, tratavam de um decreto que investigava o decreto de 2017,que beneficiou o Grupo Rodrimar. Na verdade, a investigação é sobre os contratos que o então ministro Edinho renovou com o Grupo Libra, em 2015, quando era ministro dos Portos.

No dia 29 de março, depois de prestar depoimento na sede da PF, em Rio Preto, por ordem do ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, que atendeu pedido da procuradora geral Raquel Dodge, o prefeito, questionado por jornalistas sobre a determinação do STF, tentou desviar o foco, afirmando que não tinha nada a ver com o caso.

Na verdade, o depoimento de Edinho foi sobre a renovação dos contratos que ele renovou entre o Grupo Libra e a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Docas), que rendeu ao conglomerado, no primeiro ano após o ato de Edinho, um faturamento de R$ 11,5 bilhões.

No dia em que prestou depoimento, o prefeito, em nota  de sua assessoria informou: “Edinho Araújo compareceu hoje pela manhã à sede da Polícia Federal em Rio Preto como declarante e espontaneamente. Ele respondeu a todas as perguntas feitas. Edinho nega qualquer favorecimento a empresas na época em que foi ministro e lembra que as renovações de contrato feitas em sua gestão (janeiro a setembro de 2016) foram amplamente discutidas, de forma transparente, com o TCU (Tribunal de Contas da União), AGU (Advocacia Geral da União), Ministério do Planejamento e Palácio do Planalto. Edinho ressalta que o decreto que supostamente teria beneficiado a empresa Rodrimar é do ano de 2017, época em que ele já era prefeito de São José do Rio Preto”.

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