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SP registra 503 casos de febre amarela em 2018; cobertura vacinal segue abaixo da meta

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SP registra 503 casos de febre amarela em 2018; cobertura vacinal segue abaixo da meta

Até dezembro deste ano, foram 176 mortes provocadas pela doença. Secretaria estadual de Saúde diz que 65% da população tomou a vacina.

O estado de São Paulo registrou 503 casos de febre amarela em 2018, segundo balanço divulgado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica. Ao menos 176 pessoas morreram em decorrência da doença este ano, até o dia 3 de dezembro.

O verão passado foi marcado pela explosão da doença. Entretanto, apesar do alerta, segundo o governo estadual, o número de cidades com casos da doença aumentou de 14 para 61, e a cobertura vacinal ainda está abaixo da meta.

No estado, 65% da população se vacinou e na capital o índice é ainda menor, de 58% de imunizados.

As autoridades de saúde alertam para o risco da volta da febre amarela nesta estação do ano, com alternância de calor e chuva, informam que o litoral é a área de maior risco, assim como a região de Registro, e recomendam que os turistas se vacinem com dez dias de antecedência da viagem.

Para ampliar a cobertura, a Secretaria Estadual da Saúde ofereceu a vacina em dose fracionada. “Ela foi utilizada em um momento estratégico e essa é a recomendação da Organização Mundial da Saúde: a aplicação de um quinto da dose em áreas de risco com alta concentração populacional”, explica Helena Sato, diretora-técnica da Divisão de Imunização da pasta.

A vacina contra a febre amarela está disponível em postos de saúde de todo o estado de São Paulo. Na capital, a população conta com 80 postos, que também abrem aos sábados.

Grande São Paulo

Mairiporã foi um dos municípios que mais sofreram com casos de febre amarela. Foram pelo menos 105 casos confirmados e 28 mortes na cidade de 95 mil habitantes. “Ficou bem tenso. Eles fizeram até um posto ali na rodoviária para aplicar vacina. Tinha muita gente preocupada”, lembra Luís Fernando Formagio, técnico em refrigeração.

Com muitos bairros isolados no meio da mata, a prefeitura de Mairiporã saiu de porta em porta, em um grande mutirão de vacinação. “Sofremos, mas conseguimos desenvolver uma estratégia que contemplou a vacinação 24 horas e a busca ativa nos bairros isolados”, afirma Grazielle Bertolini, secretária de Saúde de Mairiporã.

A cidade é turística e recebe inúmeros eventos, mas neste ano, por causa da febre amarela, muitos eventos foram cancelados, o que diminuiu a movimentação no município. Para retomar os negócios e, ao mesmo tempo, garantir a saúde dos moradores, as secretarias da saúde e de turismo fizeram uma parceria e cobram dos visitantes uma carteirinha de vacinação em dia.

“Houve a conscientização de todos os parceiros. Os hotéis, as pousadas e os buffets passaram a solicitar a comprovação da vacina, e isso tem ajudado muito para o nosso controle”, disse Annibale Tropi Somma, secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Mairiporã.

Entenda como ocorre a infecção e quais são os sintomas da febre amarela — Foto: Alexandre Mauro/Editoria de Arte G1

Entenda como ocorre a infecção e quais são os sintomas da febre amarela — Foto: Alexandre Mauro/Editoria de Arte G1

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