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Dia a Dia

SP: MAM relembra exposição que lança bases da arte concreta no Brasil

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Curadoria é de Heloisa Espada e Yuri Quevedo

poucos os registros da montagem da exposição. A gente não conseguiu descobrir exatamente quais são as obras. Então a gente foi fazendo aproximações com obras da mesma época e costurando com o que esses artistas estavam trabalhando e o que seria possível que eles tivessem mostrado”, explica Quevedo sobre o trabalho de curadoria.

A obra de Sacilotto, por exemplo, foi identificada por meio de desenhos em um diário do artista que estava no acervo do Museu de Arte de São Paulo (Masp).

O núcleo seguinte aborda o que os artistas estavam produzindo alguns anos antes de 1952. “É muito interessante porque são desenhos e começa com desenhos um pouco figurativos ainda. São desenhos de vistas dos ateliês, naturezas mortas, mas você já percebe que tem interesse pela abstração como método de olhar para as coisas. Tem ali um procedimento de abstrair, a abstração como uma possibilidade de análise do mundo”, aponta o curador.

A exposição segue com um segmento sobre arte concreta. “Quando a gente vê o trabalho do grupo todo junto, a gente percebe o quanto eles são um grupo”, diz Quevedo.

A parte final traz elementos da sequência do trabalho dos artistas, quando eles começam a refletir sobre o uso de cores e a relação entre elas. “É um núcleo bastante inédito da exposição. É um xeque-mate, porque depois isso vai apontar para a própria dissolução do grupo, por um lado, e depois para o que esses artistas vão fazer em outras áreas, em outras épocas”, revela Quevedo.

Exposição ruptura e o grupo: abstração e arte concreta, 70 anos, com curadoria de Heloisa Espada e Yuri Quevedo, no Museu de Arte Moderna, Ibirapuera.

Exposição ruptura e o grupo: abstração e arte concreta, 70 anos, com curadoria de Heloisa Espada e Yuri Quevedo, no Museu de Arte Moderna, Ibirapuera. – Rovena Rosa/Agência Brasil

Retromemória

Também neste sábado (2) estreia a instalação artística Retromemória, desenvolvida pela artista visual e poeta Lenora de Barros. O trabalho, que ocupará a Sala de Vidro do museu, faz um diálogo com a obra Spider (Aranha), concebida por Louise Bourgeois em 1996 e que ficou exposta por cerca de 20 anos no mesmo espaço.

“A instalação expressa o movimento fragmentado da memória a partir da utilização do espelho retrovisor. A artista trabalha o conceito da retrovisão, o olhar para trás para andar para frente, o movimento de ir e vir, formando representações e projetando luzes pela sala”, diz o texto de divulgação da obra.

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Agencia Brasil

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