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Sobe e desce do Corinthians: quem ganhou e quem perdeu espaço com Vagner Mancini

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Sobe e desce do Corinthians: quem ganhou e quem perdeu espaço com Vagner Mancini

Técnico usou quase todo o elenco ao longo de dois meses e 12 jogos no comando do Timão

Quase todo o elenco do Corinthians foi utilizado por Vagner Mancini ao longo dos dois meses e 12 partidas do treinador no comando da equipe.

Desde que chegou ao Timão, ele escalou 30 jogadores diferentes. Alguns ganharam espaço e importância neste período, enquanto outros passaram a ter chances cada vez mais escassas.

Somente dois atletas foram titulares em todas as partidas sob o comando de Mancini: o lateral-direito Fagner e o zagueiro Gil. Ao lado do goleiro Cássio, eles formam o pódio dos jogadores que mais atuaram pelo Corinthians na temporada.

Dos nomes de linha à disposição, só três não foram utilizados: o lateral-direito Michel Macedo, que enfrenta a forte concorrência de Fagner e deve ser negociado em 2021; o zagueiro Jemerson, que foi infectado pela Covid-19 e ainda não pôde estrear pelo clube; e o também zagueiro Raúl Gustavo, que é formado na base e em algumas partidas completou o banco de reservas.

Mancini não pôde contar com Danilo Avelar e Ruan Oliveira. Ambos tiveram que operar os joelhos antes dele chegar. E depois ainda perdeu Gustavo Mantuan, também com uma lesão de ligamento. Por outro lado, recebeu os reforços de Fábio Santos e Jonathan Cafú.

Confira abaixo quem mudou de status no Timão desde a chegada de Mancini, além daqueles que ganharam chances, mas ainda não conseguiram se firmar:

 — Foto: Infoesporte

— Foto: Infoesporte

  • Cazares: é um dos xodós da Fiel torcida e tem tido boas atuações. Embora prejudicado por lesão, desponta como jogador importante para o elenco, atuando como armador, posição carente no elenco. Ainda oscila entre a titularidade (três) e partidas saindo do banco. (Nove jogos)
  • Gabriel: foi barrado com a chegada de Mancini, mas recuperou a posição e foi titular nos últimos seis jogos. Se mostra mais versátil do que antes, chegando a sair mais para o jogo além de marcar. (Nove jogos)
  • Ramiro: titular em sete dos últimos dez jogos, só ficou fora por lesão. Se com Coelho ele entrava e saía do time, com Mancini virou peça importante. Costuma atuar aberto pela direita. (Nove jogos)
  • Fábio Santos: reforço que chegou como titular absoluto e assim se manteve, ficando fora apenas dos duelos da Copa do Brasil, por estar impedido de atuar no torneio. Bom batedor de pênalti e um dos líderes do grupo. (Sete jogos)
  • Cantillo: viu outros volantes passarem na sua frente na chegada de Mancini, mas foi titular nos dois últimos jogos e decisivo no clássico contra o São Paulo. Está lesionado. (Seis jogos)
  • Otero: tem sido bastante acionado pelo treinador e está em alta depois de decidir o clássico contra o São Paulo com gol. (Seis jogos)
  • Bruno Méndez: foi usado como titular por Mancini no início e perdeu espaço depois de ter sido expulso. Voltou ao time contra o Coritiba e fez bom jogo contra o São Paulo. (Quatro jogos)

*Número de jogos apenas sob o comando de Vagner Mancini.

 — Foto: Infoesporte

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  • Éderson: foi titular em cinco dos 12 jogos de Mancini, mas não foi nem relacionado nos últimos dois jogos. Perdeu espaço para outros volantes da equipe. (Oito jogos)
  • Everaldo: começou bem, sendo talismã contra Athletico-PR e Vasco, mas não é titular há mais de um mês. Contra Fortaleza e São Paulo, não ficou sequer no banco de reservas. (Oito jogos)
  • Mateus Vital: titular nos quatro primeiros jogos de Mancini, perdeu espaço e entrou em campo apenas uma vez nas últimas oito partidas. (Sete jogos)
  • Araos: apareceu apenas nos minutos finais da derrota para o América-MG no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Não tem tido chances com o treinador. (Um jogo)
  • Sidcley: foi afastado do elenco em 30 de outubro, em comum acordo entre a diretoria e comissão técnica sobre seu rendimento, tendo atuado em apenas 18 minutos sob o comando do treinador. (Um jogo).

*Número de jogos apenas sob o comando de Vagner Mancini.

 — Foto: Infoesporte

— Foto: Infoesporte

  • Luan: foi titular em cinco dos últimos seis jogos, mas perdeu a vaga para Cazares no clássico. Sob comando de Mancini, mantém a sina da temporada: oscila entre altos e baixos e ainda tenta ser protagonista. (11 jogos)
  • Xavier: titular nos sete primeiros jogos do treinador, acabou virando reserva, mas tem sido acionado e é considerado importante pela comissão. (Dez jogos)
  • Lucas Piton: perdeu a posição para Fábio Santos e passou a ser testado como ponta, jogando pela esquerda em uma linha mais avançada. Ainda não convenceu na nova posição. (Nove jogos)
  • Marllon: titular em nove partidas, ganhou a vaga de Bruno Méndez ao retornar de empréstimo, mas perdeu a posição nas últimas duas partidas para o uruguaio. (Nove jogos)
  • Léo Natel: foi usado no clássico como homem mais avançado da equipe e, segundo o treinador, tem feito bons treinos. Foi apenas a primeira aparição como titular com Manicni. (Oito jogos)
  • Matheus Davó: Antes renegado, passou a ter chances com Mancini. Com a ausência de Jô por suspensão e lesão, ganhou cinco chances seguidas no time titular, algo que não tinha acontecido até então. Porém, no clássico do último domingo, não foi nem relacionado por ter passado a semana treinando mal, segundo Mancini. (Cinco jogos)
  • Gustavo Mosquitoficou quatro jogos seguidos sem aparecer, mas foi usado no clássico e segue brigando por espaço no elenco. (Quatro jogos)
  • Gabriel Pereira: participou de dois dos últimos três jogos, depois de se recuperar de lesão. Não atuou no clássico, mas é visto como peça capaz de ganhar vaga no time em 2021. (Dois jogos)
  • Jonathan Cafú: estrou sem estar 100% fisicamente, participou de apenas duas partidas (uma delas como titular da equipe). (Dois jogos)

  • Roni: É reserva e tem se revezado com os jogos no sub-23. Atuou contra Coritiba e Atlético-MG e ainda briga para convencer o treinador que já está pronto. (Dois jogos)

*Número de jogos apenas sob o comando de Vagner Mancini.

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GE – Globo Esporte

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