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Sem reabertura de creches em SP mães ficam sem amparo para voltar a trabalhar

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Sem reabertura de creches em SP mães ficam sem amparo para voltar a trabalhar

Fila na rede municipal para vaga em creches era de 20 mil crianças antes da pandemia; Prefeitura lançou nesta quarta-feira (17)

A reabertura do comércio em São Paulo na semana passada deixou muitas mães que tiveram que voltar a trabalhar sem saber o que fazer com os filhos, já que as creches continuam de portas fechadas.

Em março, mais de 20 mil crianças aguardavam por uma vaga na rede municipal da capital. O problema se concentra principalmente na Zona Sul, onde estão os três distritos com maior demanda por matrícula: Cidade Ademar, Grajaú e Jardim Ângela.

A Janaína Prado, que trabalha como vendedora autônoma, não teve opção. Quando a creche do bairro fechou, ela precisou parar de vender pastéis em uma barraca para cuidar dos três filhos. Ela não tem renda desde o começo da pandemia, e não sabe se ainda terá a vaga quando puder voltar a trabalhar.

“Abre tudo, mas a creche não abre. Como a gente volta a trabalhar se a creche não abre? Devido a tudo isso que está acontecendo, as pessoas têm um pouco de receio de receber os filhos da gente na casa deles. Com as avós você não pode deixar porque corre o risco”, afirma.

A Jéssica conseguiu ajuda, mas precisa se desdobrar para deixar os filhos de favor com amigos. Cada vez as crianças ficam com alguém diferente, enquanto ela trabalha como frentista em um posto no Capão Redondo, na Zona Sul. A mãe dela e o pai dos filhso ficam nas folgas do trabalho e avó nos demais dias.

A Lídia Maria da Silva, que trabalha como vigia à noite, conseguiu a vaga em uma creche no começo do ano para a filha Alice, de 2 anos. Mas com a pandemia, ficou difícil de novo para dormir.

“A creche está fazendo muita falta tanto para ela quanto para mim porque ela também está entediada dentro de casa, ela está um pouco entediada. Ela só tem 2 anos e é uma criança hiperativa que gosta de brincar como qualquer outra dessa idade, e aí você está tentando dormir ela está pulando em cima de você, ela quer brincar, está bem complicado, está fazendo muita falta a creche”, afirma.

A Alice ficava na creche das 7h às 17h. A Lídia conta que optou por trabalhar à noite para a filha dormir com o pai durante a noite. Ela chega em casa às 9h e a filha já está acordada. De acordo com Lídia, pagar uma escolinha não compensa pelo salário.

A Secretaria Municipal de Educação disse que estuda formas seguras para o retorno dos mais de 1 milhão alunos à escola.Nesta quarta-feira (17), foi lançado um formulário online para os pais que desejam matricular os filhos na rede municipal. Trata-se de um cadastramento das intenções de matrícula, que é válido para a educação infantil – creche e pré-escola.

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